As militâncias do presidente Lula (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) se atacam há semanas com base em investigações e, sobretudo, vazamento dos casos Lulinha e Dark Horse.
Ainda assim, os presidenciáveis se colocam na defensiva. Lula ensaiou falar com a imprensa após uma cerimônia do Dia do Soldado em Brasília, mas deixou a entrevista coletiva sem responder sobre a situação de seu filho mais velho.
Já na segunda-feira (24), Flávio Bolsonaro recuou da promessa de apresentar publicamente mais informações sobre o financiamento do filme inspirado na história do pai. “A prestação de contas foi feita dentro da investigação que está acontecendo em São Paulo e a própria imprensa vazou”, afirmou.
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Vazamento da vez: A sequência de vazamentos sobre Lulinha coincidiu com a PF (Polícia Federal) liberando aos autos do processo sobre as fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) os dados brutos que havia colhido em quebras de sigilo. Agora, a campanha petista espera que a autorização do ministro Flávio Dino para que a Polícia Civil de São Paulo compartilhe informações de investigações sobre a produtora do “Dark Horse” com a PF gere um efeito semelhante.
A eleição passa pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal
Jussara Soares, analista de Política da CNNMar da lama: O Caso Master e o Caso Lulinha se encontram no Caso INSS, devido aos negócios de Daniel Vorcaro em consignados e as tentativas de investigados por fraudes em aposentadorias e pensões de se aproximarem da Presidência da República através do filho mais velho do atual ocupante do Palácio do Planalto, respectivamente. Qualquer exploração de um lado contra o outro pode também acabar expondo quem ataca.
O caso Lulinha traz mais riscos porque é uma investigação já mais avançada
Cenário calcificado: Flávio Bolsonaro sentiu o impacto do Caso Dark Horse em pesquisas entre maio e junho, assim como Lula também sofre agora com os vazamentos sobre seu filho mais velho. Mas ambos continuam nas cabeças das pesquisas, com oscilações nos arredores das margens de erro e sem qualquer nome alternativo sendo uma ameaça real e direta.
Se a corrupção é um fator relevante, isso não é transferido ao desempenho dos candidatos
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Apresentado por William Waack, o programa é exibido de segunda à sexta-feira, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.
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* Publicado por Henrique Sales Barros
AO VIVO: WW - 25/08/2026
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