A Bienal Internacional do Livro de São Paulo notificou a Editora Fruto Proibido após tomar conhecimento de situações envolvendo um homem mascarado no estande da editora de dark romance durante a 28ª edição do evento, realizada entre sexta-feira (4) e domingo (6).
De acordo com a organização, o episódio não teve relação com a programação oficial e não foi promovido nem autorizado pela Bienal.
Nas redes sociais, a Editora Fruto Proibido se posicionou e afirmou não ter contratado ou solicitado a presença do indivíduo mascarado no estande.
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Ainda segundo a editora, a presença ocorreu de forma espontânea e, inicialmente, foi vista como uma interação descontraída, com fotos e vídeos feitos a pedido dos próprios visitantes. A empresa afirma que tentou identificar os envolvidos quando percebeu a repercussão da situação, mas, naquele momento, o evento já havia saído do controle.
“Quando percebemos que a situação havia tomado uma proporção diferente, nossa equipe passou a solicitar a identificação das pessoas envolvidas. Infelizmente, naquele momento, a situação já havia saído do nosso controle.
Reforçamos que a Editora Fruto Proibido não compactua ou endossa quaisquer atitudes atribuídas à pessoa por trás da máscara, especialmente fatos dos quais não tínhamos conhecimento no momento dos registros.
Lamentamos profundamente toda a repercussão e qualquer desconforto causado à nossa comunidade, leitores, autores e parceiros” esclareceram.
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