As operações de busca concentram-se na região entre Vacas Gordas, em Urubici, e um trecho de aproximadamente 30 km rumo ao Morro Agudo, onde se cruzam os sinais dos celulares dos ocupantes e do helicóptero.
Envolvendo mais de 20 bombeiros, tanto militares quanto comunitários, e sete viaturas de resgate, as buscas contam com a ajuda de dois cães farejadores e dois drones térmicos. Reforços das corporações de São Joaquim, Urubici, Curitibanos e Lages chegaram no início da manhã, enquanto as equipes aguardam melhores condições climáticas para iniciar as operações aéreas.
A tenente-coronel Heloísa Battisti, que comanda o 5º Batalhão de Bombeiros Militar, afirmou em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina, da NSC TV, afiliada da Globo: "Vamos atuar com duas frentes. A partir daqui, duas equipes vão ser direcionadas, uma para a área onde temos a informação da última comunicação da aeronave, e outra para onde fizemos o cruzamento de informações de sinais de aparelhos de telefone celular."
Ela também destacou: "Os dois pontos já foram percorridos, mas agora a varredura será feita em uma área maior e com dois binômios (cão de busca e condutor)."
Atualmente, a única pista disponível é o relato de uma moradora que mencionou ter ouvido um "estrondo alto", como informou a comandante. Heloísa não especificou a localização da residência da moradora.
O prefeito de Urubici, Leandro de Souza Corrêa (PSD), instituiu a proibição de voos de drones e aeronaves particulares na área das buscas. Ele postou um vídeo nas redes sociais, onde orienta os possíveis voluntários a procurarem a prefeitura, que atua como centro de comando da operação. "Toda ajuda será bem-vinda. Porém, nas localizações onde nós estamos fazendo a procura, está proibido qualquer voo de aeronave ou drone", declarou.
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