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Terça-feira, 26 de Maio de 2026

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Chanceler alemão está em “sintonia” com Trump para queda do regime do Irã

Friedrich Merz citou "necessidade de derrubar regime terrível em Teerã" antes de reunião com presidente americano

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Chanceler alemão está em “sintonia” com Trump para queda do regime do Irã
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O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou estar em sintonia com o presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à derrubada do regime iraniano.

“Estamos em sintonia quanto à necessidade de derrubar esse regime terrível em Teerã. E conversaremos sobre o que acontecerá depois disso”, disse Merz, sentado ao lado de Trump no Salão Oval antes de uma reunião nesta terça-feira (3) entre os dois líderes.

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“Todos nós esperamos que esta guerra termine o mais rápido possível”, acrescentou Friedrich Merz. “Portanto, esperamos que os exércitos israelense e americano estejam fazendo o que é certo para pôr fim a isso e para que, de fato, um novo governo assuma o poder, trazendo de volta a paz e a liberdade.”

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Para contextualizar: O governo Trump ofereceu diversas explicações contraditórias para sua decisão de atacar o Irã, citando tanto uma “ameaça iminente” aos EUA quanto a defesa contra o risco de o Irã desenvolver armas nucleares. Mas Trump também pediu que o povo iraniano assuma o controle do país e sugeriu que já tem alguns sucessores em mente, mesmo com altos funcionários americanos afirmando que a guerra não visa a uma mudança de regime.

Na Sala Oval, nesta terça-feira (3), Merz também afirmou que conversará com Trump sobre um acordo comercial entre os EUA e a Alemanha, que, acrescentou, “gostaria de ver em vigor o mais rápido possível”. O chanceler alemão observou que a guerra na Ucrânia também está na agenda.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

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FONTE/CRÉDITOS: Mariana Valbão
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