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Terça-feira, 19 de Maio de 2026

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Como ter mais flexibilidade corporal e como isso influencia na saúde

Ter flexibilidade reduz o risco de lesões, facilita tarefas diárias e melhora a postura e o equilíbrio

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Como ter mais flexibilidade corporal e como isso influencia na saúde
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A flexibilidade corporal é um dos pilares fundamentais para a manutenção da saúde física ao longo da vida, mas muitas vezes é deixada de lado em comparação com outros aspectos, como força e resistência. O que muita gente não sabe é que os benefícios que ela proporciona vão muito além da melhora dos movimentos no dia a dia.

De forma simples, a flexibilidade é a capacidade do corpo de realizar movimentos amplos com articulações e músculos de forma eficiente.

“A flexibilidade é fundamental para a execução de movimentos tanto nas atividades do dia a dia, como flexionar os joelhos, dobrar o tronco, sentar e levantar, quanto na prática esportiva. Ela proporciona mobilidade e desenvoltura, permitindo que esses movimentos ocorram de forma eficiente e sem sobrecarga”, explica Bernardo Sampaio, fisioterapeuta.

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Ela reduz o risco de lesões, facilita tarefas diárias e melhora a postura e o equilíbrio corporal. Além disso, músculos mais flexíveis sofrem menos tensões durante exercícios físicos, o que pode diminuir dores e desconfortos.

A flexibilidade corporal varia de pessoa para pessoa e pode ser influenciada por fatores como idade, sexo, genética, nível de atividade física e até temperatura ambiente.

“Ela tem impacto direto na saúde músculo-articular e também influencia outras áreas do corpo. Ter boa flexibilidade e mobilidade articular facilita a prática de atividades físicas, que, por sua vez, é essencial para a prevenção de diversas doenças não apenas relacionadas ao sistema músculo-esquelético, mas também a outras condições de saúde”, acrescenta Sampaio.

A flexibilidade ainda impacta positivamente a circulação sanguínea. Em idosos, é fundamental para preservar a independência e reduzir o risco de quedas.

A boa notícia é que a flexibilidade pode ser desenvolvida e mantida com exercícios regulares. A prática diária de alongamentos já pode fazer diferença, trabalhando todas as grandes cadeias musculares, como pernas, quadris, costas, ombros e braços.

“Conseguimos aumentar a flexibilidade corporal por meio de exercícios físicos, yoga e principalmente com alongamentos. Esse processo ocorre por meio da reeducação neuromuscular, o cérebro envia informação para os músculos e orienta a execução dos movimentos. À medida que esses movimentos são praticados com frequência, o sistema nervoso desenvolve trajetórias neurais mais eficientes e de forma mais segura”, detalha Mayara Monteiro, fisioterapeuta.

Além disso, hábitos saudáveis, melhora na alimentação e boa qualidade de sono também podem contribuir para aumentar a flexibilidade.

Entre os exercícios recomendados para melhorar a flexibilidade corporal estão os alongamentos de pernas, costas e braços. A prática de ioga, pilates e os exercícios de mobilidade articular, que consistem em movimentos circulares para ativar as articulações.

Essas atividades não apenas melhoram a flexibilidade, mas também fortalecem o corpo e aumentam a consciência corporal. Para quem tem dores ou limitações específicas, a orientação de um profissional de saúde é importante para garantir segurança e eficácia no treino.

É importante respeitar o próprio limite, sem forçar movimentos que causem dor, e manter cada posição de alongamento por pelo menos 20 a 30 segundos. A evolução é gradual.

Como ter mais flexibilidade? Veja dicas e benefícios do alongamento

FONTE/CRÉDITOS: Simone Machado
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