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Sabado, 20 de Junho de 2026

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Deixar PT é forma de Jaques minimizar apetite da crítica, diz Think Policy

Leonardo Barreto avalia que deixar a liderança do PT seria uma forma de Wagner minimizar o apetite da oposição no caso Master

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Deixar PT é forma de Jaques minimizar apetite da crítica, diz Think Policy
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A possível saída de Jaques Wagner da liderança do PT (Partido dos Trabalhadores) voltou a ser debatida durante o WW, Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, analisou as implicações políticas das ligações entre Wagner e o caso Master, avaliando o que pesaria mais para o governo: a permanência ou a saída do senador do partido.

Para Barreto, a decisão de deixar o PT seria estratégica. “Sair é uma forma de você minimizar o apetite das críticas que são direcionadas ao senador Jaques Wagner”, afirmou o analista, destacando que a medida teria o efeito de reduzir a pressão da oposição em um momento considerado crítico da bolha eleitoral.

O especialista também comparou a situação de Wagner com a de Flávio Bolsonaro (PL), outro nome envolvido no caso. Segundo Barreto, embora a questão ligada a Flávio tenha ganhado mais visibilidade — por envolver diretamente um pré-candidato em conversa com Daniel Vorcaro —, o caso de Wagner pode ser ainda mais grave.

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“Talvez a questão do Jaques Wagner seja mais grave, em função de uma boa parte desse processo todo ter nascido na Bahia”, disse. O analista ressaltou ainda que Wagner é considerado o representante de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional e um dos poucos nomes históricos remanescentes no PT, o que torna sua situação ainda mais significativa.

Histórico do entorno de Lula em crises

Barreto também chamou atenção para o comportamento de Wagner durante entrevista recente, destacando a tranquilidade com que o senador se pronunciou, evocando sua longa trajetória ao lado de Lula. “Eu e Lula já passamos por coisas muito piores”, teria dito Wagner, segundo o analista.

No entanto, Barreto fez um alerta ao recordar o histórico de aliados próximos de Lula que foram afastados em momentos de crise. “A história não é muito generosa com o entorno do presidente Lula, especialmente em crises”, afirmou, citando nomes como José Genoino, João Paulo Cunha, José Dirceu e Antônio Palocci como exemplos de pessoas que foram rapidamente descartadas ao primeiro sinal de turbulência.

“Se eu fosse o Jaques Wagner, eu colocaria minha barba branca de molho, porque a história não costuma ser generosa com o entorno do presidente Lula, não”, concluiu Barreto.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites
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