A chegada da seleção de Senegal aos Estados Unidos para a disputa da Copa do Mundo de 2026 foi marcada por uma fiscalização rigorosa, que chamou a atenção nas redes sociais e na imprensa.
A delegação foi submetida a uma inspeção detalhada antes mesmo de deixarem a área de desembarque. Esse é mais um dos episódios em meio a relatos de rigor na entrada de estrangeiros nos Estados Unidos às vésperas do Mundial.
Dias antes, Omar Artan, árbitro da Somália, indicado como um dos mais importantes da África, teria sido impedido de entrar no país.
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Além de Senegal, outras delegações também passaram por procedimentos semelhantes. A seleção do Uzbequistão, por exemplo, teria passado por uma revista do mesmo tipo ao chegar aos Estados Unidos para disputar um amistoso contra a Holanda.
A humiliation and a disgrace that the Senegalese Football Federation has failed to speak out against. pic.twitter.com/ebFrut7XIi
— AlmarssadPro (@ProsMarocains) June 8, 2026
A repórter Karine Alves, da TV Globo, também relatou, nesta terça-feira (9), sobre sua experiência durante na inspeção. Ao comentar sobre questões diplomáticas envolvendo os EUA, que tem repercutido antes do início do Mundial, Karine afirmou no jornal “Bom dia Brasil” que precisou levantar o cabelo ao passar pela imigração.
Os relatos intensificam críticas em relação ao clima de recepção às delegações, jornalistas e demais profissionais envolvidos na Copa do Mundo. Com o início do torneio se aproximando, registros de revistas e abordagens em aeroportos vêm ganhando repercussão nas redes sociais e levantando questionamentos sobre o tratamento dado aos visitantes nos Estados Unidos.
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