Na noite desta segunda-feira (31), dois indivíduos de Brasília foram detidos após tentarem furtar a loja Benedita Joias, situada no Porto Velho Shopping. Um deles foi encontrado no forro do estabelecimento, onde tentava romper a estrutura para acessar o interior da loja, enquanto o outro tentava deixar a área em um carro de aplicativo.
A equipe de segurança do shopping identificou a movimentação suspeita através das câmeras de monitoramento. Após reconhecer os dois homens como suspeitos, a Polícia Militar foi acionada, uma vez que havia indícios de que eles poderiam fazer parte de um grupo especializado em furtos a lojas em shopping centers.
Anderson Y. B. Z. foi gravado pelas câmeras ao entrar no restaurante Risoto Mix, de onde teve acesso ao forro do shopping. Ele foi encontrado acima da Benedita Joias, onde tentava abrir parte da estrutura para ingressar na loja.
Dentro da mochila de Anderson, foram encontradas ferramentas como pé de cabra, serras, alicate, chaves de fenda, entre outras. Enquanto permanecia no forro, ele mantinha contato telefônico com outra pessoa, aparentando receber instruções sobre a ação.
Ambos foram presos e levados ao Departamento de Flagrantes. Os celulares confiscados foram enviados para análise devido à suspeita de que estavam sendo utilizados para comunicação durante o plano criminoso e que outros cúmplices poderiam estar envolvidos.
A Polícia investiga a possível conexão dos dois com um grupo organizado que se especializa em roubos a joalherias em outros estados. Anderson e Guilherme residem em Brasília e chegaram a Porto Velho apenas dois dias antes da tentativa de furto, afirmando que sua passagem pela cidade seria exclusivamente para realizar o crime no shopping.
Durante a abordagem, Guilherme declarou a um policial que "a casa tinha caído" e que seu crime era "só 155". Ele ainda solicitou para formatar o celular, afirmando que já estava habituado a essa situação, enquanto o aparelho recebia ligações e mensagens incessantemente.
Além disso, Guilherme revelou que cumpre pena em regime domiciliar.
Comentários: