Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 08 de Outubro 2026

Eleições 2026

AO VIVO
Apurado: 0%
Aguardando início da apuração oficial...

Saiba Mais
Esportes

Ex-jogador da Roma, Mancini recorda gol histórico e fala sobre a falta de dribles no futebol atual

Após quase 20 anos, o brasileiro Mancini continua sendo lembrado por um dos gols mais icônicos de sua trajetória na Europa. Em março de 2007, atuando pela Roma, ele recebeu pela esquerda, aplicou uma série de seis pedaladas em Anthony Réveillère e finalizou com força para balançar as redes contra o Lyon nas oitavas de final da …

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Ex-jogador da Roma, Mancini recorda gol histórico e fala sobre a falta de dribles no futebol atual
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

Ex-jogador da Roma, Mancini recorda gol histórico e fala sobre a falta de dribles no futebol atual

O brasileiro Mancini é lembrado, quase duas décadas depois, por um dos gols mais significativos de sua carreira na Europa. Em março de 2007, defendendo a Roma, ele recebeu a bola pela esquerda, realizou uma sequência de seis pedaladas em cima de Anthony Réveillère e finalizou com força, marcando contra o Lyon nas oitavas de final da Champions League.

Em entrevista ao “Top Mercato”, o ex-jogador relembrou aquele momento, classificando o gol como uma jogada típica do futebol brasileiro. A Roma venceu por 2 a 0 em Lyon e avançou para as quartas de final após um empate sem gols no jogo de ida.

“Estou contente por fazer parte da história da Champions League por causa daquele gol incrível contra o Lyon, que contava com um time muito forte, incluindo Juninho Pernambucano, Florent Malouda e Éric Abidal. Tive a sorte de marcar aquele gol, um gol à brasileira, com as famosas pedaladas, em uma jogada individual. Foi um gol bonito e significativo, pois garantiu a classificação da Roma para as quartas de final”, recorda.

Publicidade

Leia Também:

Mancini lamenta a escassez de dribles individuais

Ao relembrar o lance quase 20 anos depois, Mancini aproveitou para fazer uma analogia com o futebol contemporâneo. Para o ex-atleta, ocasiões de jogadas individuais como essa são menos frequentes, mesmo em um cenário onde o drible tem ganhado destaque novamente como uma ferramenta para superar defesas em ligas como a Premier League.

“Não vemos mais muitos gols desse tipo. Acredito que o futebol atual carece desse tipo de jogada, de jogadores que driblam em um contra um e conseguem fazer a diferença individualmente.”

Ao mencionar atletas que ainda apresentam essa habilidade, o brasileiro destacou compatriotas de diferentes gerações.

“Vejo que o Estêvão, do Chelsea, possui qualidade para isso. Vinicius Jr, no Real Madrid, também. Gosto muito do Rayan. Espero que esse futebol bonito e alegre retorne à moda.”

A escolha de Estêvão aproxima a análise de Mancini do futebol brasileiro contemporâneo. O atacante já demonstrou pela Seleção a capacidade de desequilibrar com dribles, combinações e infiltrações, características que justificam a visão do ex-jogador em enxergá-lo como um dos que preservam esse estilo.

Apesar da importância histórica do gol contra o Lyon, Mancini revelou que não considera esse o mais belo de sua trajetória. O seu favorito continua sendo o gol de calcanhar que marcou contra a Lazio, em uma jogada que, segundo ele, era bastante praticada nos treinos.

Amantino Mancini e Simone Perrotta, da Roma, comemoram um gol pela Champions League 2007/08, em fevereiro de 2008.Amantino Mancini e Simone Perrotta comemoram gol pela Roma na Champions League 2007/08. (Foto: Ulmer/IMAGO)

Marseille e Lyon tentaram contratar Mancini

A partida de 2007 também quase resultou em uma situação curiosa para sua carreira. Após aquela exibição, o Lyon manifestou interesse em sua contratação. “Depois daquele gol, realmente houve interesse do Lyon, que estava muito interessado em me contratar”, relembrou Mancini, que chegou a se reunir com o então presidente Jean-Michel Aulas. “Mas as negociações não avançaram e eu permaneci na Roma.”

Anos mais tarde, com menos espaço na Inter, Mancini também foi procurado pelo Olympique de Marseille, que na época era dirigido por Didier Deschamps. “Houve também interesse do Marseille. Teria sido uma boa experiência, eu gostaria de ter jogado na França, mas as conversas não prosperaram.”

Mancini ainda compartilhou qual jogador francês o impressionou mais entre os vários que foram seus companheiros de equipe. Mesmo tendo jogado ao lado de Vincent Candela, Philippe Mexès, Olivier Dacourt, Ludovic Giuly e Mathieu Flamini, sua escolha recaiu sobre Patrick Vieira, seu colega na Inter.

“Foi o francês que mais me impressionou. Ele tinha uma qualidade técnica excepcional, inteligência de jogo e um conhecimento tático admirável.”

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.
Estadão Rondônia

Publicado por:

Estadão Rondônia

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR