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Terça-feira, 14 de Abril de 2026

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Explosão mata dois soldados de paz da ONU no sul do Líbano

Até o momento, o motivo do ocorrido não foi identificado; outros dois militares ficaram feridos, um deles gravemente

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Explosão mata dois soldados de paz da ONU no sul do Líbano
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Dois soldados de paz da ONU foram mortos no sul do Líbano nesta segunda-feira (30), as mais recentes vítimas em uma onda de violência que levou a França a pedir uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A Unifil (Força Interina das Nações Unidas no Líbano) informou que outros dois soldados de paz ficaram feridos, um deles gravemente, quando uma explosão de origem desconhecida destruiu o veículo em que estavam perto de Bani Hayyan.

A missão descreveu o incidente como a segunda fatalidade envolvendo seu pessoal desde o fim de semana.

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Os dois soldados de paz mortos eram indonésios, segundo Jean-Pierre Lacroix, que supervisiona a Unifil como subsecretário-geral da ONU para operações de paz.

Em um comunicado separado divulgado no domingo, a Unifil informou que um soldado de paz foi morto na noite de sábado (28) “quando um projétil explodiu em uma posição da Unifil perto de Adchit Al Qusayr”, no sul do Líbano. A missão acrescentou que outro soldado de paz ficou gravemente ferido.

“Ninguém deveria morrer servindo à causa da paz”, declarou a Unifil.

A missão informou que iniciou uma investigação para apurar o ocorrido. A declaração não atribuiu culpa a nenhuma das partes.

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas após o que ele classificou como “incidentes extremamente graves sofridos pelas forças de paz da Unifil”.

“Tais ataques… são inaceitáveis ​​e injustificáveis”, publicou Barrot na rede social X.

Desde 1º de março de 2026, os confrontos entre as forças armadas israelenses e o Hezbollah, apoiado pelo Irã, se intensificaram drasticamente no sul do Líbano, em meio à expansão das operações terrestres israelenses e ao agravamento das condições humanitárias.

FONTE/CRÉDITOS: lucasoliveira
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