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Quarta-feira, 03 de Junho de 2026

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França reforça apoio ao Líbano enquanto Macron pede redução de tensões

País europeu fornecerá ao Líbano veículos blindados de transporte, além de apoio operacional e logístico

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
França reforça apoio ao Líbano enquanto Macron pede redução de tensões
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O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que a França reforçará seu apoio militar ao Líbano, ao mesmo tempo em que pediu uma redução da tensão entre Israel e o Hezbollah nesta quinta-feira (5).

“Tudo deve ser feito para impedir que este país, tão próximo da França, seja mais uma vez arrastado para a guerra”, disse ele em uma publicação no X.
“O Hezbollah deve cessar imediatamente seus disparos contra Israel. Israel deve se abster de qualquer intervenção terrestre ou operação em larga escala em território libanês.”

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A França fornecerá ao Líbano veículos blindados de transporte, bem como apoio operacional e logístico, afirmou ele.

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O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, em entrevista à emissora francesa TF1, afirmou que a ajuda de Macron ocorreu a pedido do presidente libanês, Joseph Aoun.

Segundo as Forças Armadas de Israel, a cidade de Trípoli, no norte do Líbano, foi atacada nesta quinta-feira (5) pela primeira vez nos seis dias de conflito.

Entretanto, o ministro das Finanças de extrema-direita, Bezalel Smotrich, alertou na quinta-feira (5) que o sul de Beirute será reduzido a escombros depois que os militares israelenses emitiram uma ordem de desocupação para vários bairros da capital libanesa.

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O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

Veja grupos que compõem oposição ao regime do Irã

*Tamar Michaelis e Oren Liebermann, da CNN, contribuíram para esta reportagem

FONTE/CRÉDITOS: Mariana Valbão
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