Após a Suprema Corte dos Estados Unidos ter decidido que o tarifaço do presidente norte-americano Donald Trump é ilegal, empresas têm se manifestado para receberem um reembolso imediato dos custos incorridos devido às tarifas emergenciais impostas por Trump.
A essas empresas, se juntaram opositores de Trump, como o governador da Califórnia, Gavin Newsom, que estão denunciando o impacto econômico das tarifas.
Outro crítico proeminente da administração Trump em um estado democrata, o governador de Illinois, JB Pritzker, também fez um apelo por restituição.
Pritzker escreveu uma carta a Trump exigindo um reembolso de US$ 1.700 para cada família no estado — um total de US$ 8,68 bilhões, segundo os cálculos dele — devido ao impacto das tarifas nos preços de produtos de consumo diário.
Cut the check, @realDonaldTrump. pic.twitter.com/NjVJ0tABme
— JB Pritzker (@JBPritzker) February 20, 2026
Importadores pagam tarifas alfandegárias e, normalmente, repassam esse custo aos varejistas, que, por sua vez, podem repassá-lo aos clientes na forma de preços mais altos. Portanto, embora os críticos de Trump argumentem que as tarifas custam dinheiro aos americanos comuns, são as empresas que podem receber reembolsos de tarifas — e não os consumidores individuais.
Todavia, democratas como Pritzker e Newsom destacam o que consideram um impacto econômico negativo sobre os eleitores.
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*David Goldman, da CNN, contribuiu com esta matéria
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