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Segunda-feira, 06 de Julho de 2026

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Greve de ônibus no RJ: reunião entre trabalhadores e empresa não tem acordo

Categoria rejeitou reajuste de 4,5% oferecido pelo Rio Ônibus e se prepara para assembleia que definirá os próximos passos

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Greve de ônibus no RJ: reunião entre trabalhadores e empresa não tem acordo
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Rodoviários e empresas de ônibus do Rio de Janeiro participaram de mais uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT), nesta segunda-feira (6).

Durante a sessão, o Rio Ônibus ofereceu 4,5% de aumento no salário, ou seja, 0,11% a mais em relação à proposta anterior de 4,39%. Para o Sindicato dos Rodoviários, a pequena mudança foi considerada “uma afronta à categoria, que pede melhores condições de trabalho”.

Nesta terça-feira (7), o sindicato irá realizar uma assembleia com os trabalhadores às 16h, para definir os rumos da greve.

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Ainda segundo o Rio Ônibus, uma nova audiência no TRT está agendada para a próxima quarta-feira (8), às 11h.

“Na próxima quarta-feira haverá nova audiência no TRT, mas na assembleia de amanhã nem temos condições de apresentar essa proposta, no mínimo humilhante, oferecida pelo Rio Ônibus para os trabalhadores, que irão decidir o rumo que será tomado. Continuamos em estado de greve“, informou Sebastião José, presidente da categoria.

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Entenda a greve

A paralisação começou no dia 29 de junho, após o fracasso das negociações da campanha salarial da categoria. Sem consenso entre trabalhadores e empresas, os rodoviários decidiram iniciar o movimento paredista enquanto reivindicavam melhorias nas condições de trabalho e reajustes salariais.

Atualmente, a categoria está em estado de greve, com parte da frota em circulação.

Entre as principais reivindicações da categoria estão:

  • Piso salarial de R$ 4 mil para motoristas e de R$ 5 mil para condutores de ônibus articulados;
  • Reajuste de 17% para todos os trabalhadores;
  • Vale-alimentação de R$ 1 mil;
  • Plano de saúde e odontológico;
  • Fim dos contratos temporários na Mobi-Rio, com a transição para o regime CLT.
FONTE/CRÉDITOS: helenabarra
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