Estadão Rondônia - Sua fonte de notícias na cidade de ...

Domingo, 19 de Abril de 2026

Mundo

Guerra no Oriente Médio afeta custos de aéreas e oferta de voos pelo mundo

Chefe da Agência Internacional de Energia alertou que os países europeus podem ficar sem combustível de aviação em poucas semanas

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Guerra no Oriente Médio afeta custos de aéreas e oferta de voos pelo mundo
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

À medida que a guerra no Oriente Médio e o consequente bloqueio no Estreito de Ormuz reduzem o fornecimento global de petróleo, os viajantes têm motivos válidos para se preocupar com o custo e a disponibilidade de voos.

O chefe da AIE (Agência Internacional de Energia) alertou que os países europeus podem ficar sem combustível de aviação em poucas semanas, forçando as companhias aéreas do continente e as transportadoras que voam para a Europa a diminuir significativamente a oferta de voos.

Muitas aéreas já aumentaram as taxas de bagagem despachada ou adicionaram sobretaxas de combustível, já que o preço global do querosene de aviação saltou de cerca de US$ 99 por barril no final de fevereiro para até US$ 209 por barril no início de abril.

Publicidade

Leia Também:

Leia Mais

  • Análise: Se a guerra terminar, quando tudo voltará ao normal?

    Análise: Se a guerra terminar, quando tudo voltará ao normal?

  • Volatilidade no mercado financeiro testa estratégia do investidor

    Volatilidade no mercado financeiro testa estratégia do investidor

  • Viés do Ibovespa segue positivo por percepção sobre fluxo estrangeiro

    Viés do Ibovespa segue positivo por percepção sobre fluxo estrangeiro

Em um sinal dos impactos contínuas do conflito sobre o turismo, a Air Canada disse na última sexta-feira (17) que planejava suspender seu serviço para o Aeroporto Internacional John F. Kennedy de Nova York, de 1º de junho até 25 de outubro, para reduzir seus custos com combustível.

Outras companhias aéreas, desde transportadoras dos EUA como United e Delta até Air France-KLM, SAS, Philippine Airlines e Cathay Pacific na Europa e Ásia, reduziram rotas e aumentaram os preços dos bilhetes ou disseram que os elevariam se a guerra impedisse o petróleo de ser escoado pelo Estreito de Ormuz.

Analistas ouvidos pela Associated Press dizem que é muito difícil para as companhias aéreas fazerem previsões neste ambiente, o que torna provável que seus preços permaneçam elevados por algum tempo, até que as condições se normalizem.

No sábado (18), o Irã voltou a fechar a navegação pelo Estreito, em retaliação à manutenção pelos EUA do bloqueio naval a portos e embarcações iranianas.

*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão.

FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites
Comentários:

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!