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Domingo, 26 de Abril de 2026

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Líderes mundiais condenam tiros em jantar com Trump em Washington

Atirador invadiu evento na noite de sábado (25); o presidente dos EUA foi retirado às pressas do local

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Líderes mundiais condenam tiros em jantar com Trump em Washington
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Líderes mundiais condenaram a violência e expressaram alívio pelo fato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os convidados do jantar dos correspondentes da Casa Branca estarem em segurança após os disparos ocorridos no local.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, escreveu no X que ele e sua esposa “ficaram chocados com a tentativa de assassinato do presidente Donald Trump na noite passada em Washington, DC”.

“Estamos aliviados por saber que o Presidente e a Primeira-Dama estão sãos e salvos”, disse Netanyahu. “Desejamos uma recuperação plena e rápida ao policial ferido e saudamos o Serviço Secreto dos EUA por sua ação rápida e decisiva.”

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A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez , disse no X: “Condenamos a tentativa de agressão contra o presidente Donald Trump e sua esposa, Melania.”

“A violência nunca deve ser a resposta”, escreveu a presidente do México, Claudia Sheinbaum, em uma publicação separada, desejando melhoras a Trump e à primeira-dama.

Ecoando o mesmo sentimento, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse: “A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que foram abalados por este evento perturbador.”

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, também expressaram alívio por Trump em suas mensagens de apoio no X.

“A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente”, disse Modi.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, condenou o incidente e expressou “sua total rejeição a todas as formas de violência por qualquer parte”, informou a agência de notícias oficial palestina WAFA.

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos também condenou o que chamou de “crime deplorável”.

O alvo do incidente de sábado (25) no jantar permanece incerto.

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Líderes europeus também a reagiram à notícia dos disparos na Casa Branca.

O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o incidente como “inaceitável”, escrevendo no X que “a violência não tem lugar em uma democracia” e oferecendo seu “total apoio a Donald Trump”.

Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, considerou os eventos da noite passada “profundamente perturbadores” e afirmou no X que “a violência política não tem lugar na vida pública e deve ser firmemente rejeitada”.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse estar “chocado” com os eventos da noite passada, acrescentando que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis”.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que “a violência não tem lugar na política, nunca”, agradecendo “a rápida ação da polícia e dos socorristas para garantir a segurança dos convidados”.

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, disse que “um evento destinado a homenagear a liberdade de imprensa jamais deveria se tornar um cenário de medo”, desejando uma “rápida recuperação” ao agente do Serviço Secreto ferido.
O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, disse estar “aliviado” por Trump e os demais participantes estarem em segurança, oferecendo seus pensamentos a “todos os que foram abalados pelo evento, incluindo os jornalistas suecos que compareceram ao jantar”.

O primeiro-ministro húngaro cessante, Viktor Orbán, um aliado próximo de Trump, disse estar “preocupado com as notícias” da noite anterior e ofereceu seus “pensamentos e orações” ao presidente e à primeira-dama dos EUA.

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FONTE/CRÉDITOS: Giovanna Csiszar
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