Mais de 50 países e a União Europeia instaram a Rússia, na segunda-feira (24), a aceitar um cessar-fogo total, imediato e incondicional na Ucrânia, emitindo uma declaração conjunta nas Nações Unidas antes das negociações do Conselho de Segurança sobre a guerra.
O Ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, fez o pronunciamento enquanto a Ucrânia comemorava 35 anos de independência da União Soviética.
O comunicado condenou a invasão em larga escala pela Rússia e reafirmou o apoio à soberania e à integridade territorial da Ucrânia dentro de suas fronteiras internacionalmente reconhecidas.
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Os países afirmaram que o número de vítimas civis aumentou drasticamente com a intensificação dos ataques russos. O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos registrou, no mês passado, o maior número de civis ucranianos mortos e feridos em um único mês desde março de 2022, incluindo pelo menos 437 mortos, segundo o comunicado.
Eles também pediram a troca de prisioneiros, a libertação de pessoas detidas ilegalmente e o retorno de civis transferidos à força ou deportados, incluindo milhares de crianças ucranianas. O grupo alertou para os riscos crescentes decorrentes de incidentes com drones e violações do espaço aéreo.
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