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Sabado, 18 de Abril de 2026

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Monitoramento da glicose avança no cuidado infantil

Smart 2.0 pode ser usado por crianças a partir de 2 anos e reforça segurança no controle da glicose em casa e na escola.

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Monitoramento da glicose avança no cuidado infantil
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O diagnóstico de diabetes na infância transforma a rotina da família inteira. Horários de medição, controle alimentar e o risco de hipoglicemias noturnas passam a fazer parte do cotidiano, muitas vezes com impacto na autonomia da criança. Nesse cenário, os sistemas de monitoramento contínuo da glicose vêm ganhando espaço por permitir acompanhamento mais frequente e menos invasivo.

Isso vem de encontro com as novas diretrizes da International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes (ISPAD) que reforçam a recomendação do uso de sensores de glicose contínuos (CGM) em crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, desde o diagnóstico.

Entre as novidades do mercado está o Smart 2.0, da MedLevensohn, indicado para uso em crianças a partir de 2 anos. O sensor realiza leituras automáticas a cada minuto e envia os dados diretamente ao celular, sem necessidade de escaneamento manual. Ao todo, são cerca de 288 medições por dia, o que ajuda a identificar oscilações glicêmicas ao longo das 24 horas.

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Mais previsibilidade na rotina escolar e familiar

Para pais e cuidadores, um dos pontos mais sensíveis é a segurança durante a noite e no período escolar. Sistemas que contam com alarmes configuráveis para episódios de hipo e hiperglicemia permitem intervenções mais rápidas. O Smart 2.0 também possibilita o compartilhamento remoto das informações com até 50 pessoas, recurso que pode incluir responsáveis e profissionais de saúde.

Outro diferencial relevante é o formato integrado em peça única, sem transmissor separado, o que reduz o volume do dispositivo e facilita o uso em crianças pequenas. Com autonomia de até 15 dias e aplicação no braço ou no abdômen, o sensor busca equilibrar precisão clínica e adaptação à rotina infantil, ampliando o acesso a tecnologias que contribuem para um controle glicêmico mais estável desde os primeiros anos de vida.

FONTE/CRÉDITOS: fernandaurias
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