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Terça-feira, 22 de Setembro de 2026

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O Grande Debate: O que decidirá voto para presidente?

Com eleição em aberto, comentaristas debatem o que pode definir a eleição com polarização intensa e margem mínima entre os dois candidatos

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
O Grande Debate: O que decidirá voto para presidente?
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Os comentaristas da CNN José Eduardo Cardozo e Vinicius Poit debateram, na segunda-feira (21), em O Grande Debate (de segunda a sexta-feira, às 23h), “o que decidirá o voto para presidente da República, com eleição em aberto”.

Uma pesquisa Quaest aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os números confirmam um cenário de polarização intensa e margem mínima entre os dois candidatos, deixando a eleição completamente em aberto.

Múltiplos fatores em jogo

O comentarista José Eduardo Cardozo avaliou que os dados reforçam uma tendência já observada há meses.

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“Tudo confirma aquilo que nós já dizíamos alguns meses atrás: uma polarização entre duas candidaturas, uma estratificação de resultados, e realmente haverá uma margem, em princípio, muito pequena entre os dois no primeiro turno e provavelmente no segundo”, afirmou.

Cardozo destacou que raramente uma eleição é definida por um único elemento. Segundo ele, a decisão do eleitor envolve uma combinação de fatores racionais e emocionais, incluindo rejeição aos candidatos, situação econômica, acontecimentos do momento e até mesmo a circulação de fake news.

“Razão pela qual o que fazem os orientadores das campanhas eleitorais é medir a situação e verificar o que efetivamente pode ser o elemento impulsionador de uma decisão”, explicou. Para o comentarista, seria um “exercício absurdamente profético” tentar apontar um único fator determinante neste momento.

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Rejeição, governo e cotidiano

Vinícius Poit organizou sua análise em três pontos principais. O primeiro deles é a rejeição: com os dois candidatos matematicamente empatados, o nível de rejeição pode ser decisivo — e o desafio, segundo ele, é que esse índice também é praticamente igual entre ambos.

“Aquele que conseguir conquistar o voto do eleitor do ‘meio-termo’, aquele que tava: ‘puxa, tem esses dois, eu não gosto de nenhum dos dois, mas nesse daqui eu até aceito’ — esse vai ser um jogo importante”, avaliou Poit.

O segundo ponto levantado por Poit diz respeito ao fato de Lula ser o candidato incumbente. De acordo com ele, dados da própria pesquisa Quaest indicam que mais da metade da população desaprova o governo atual, número superior aos 44% que o aprovam.

“Isso por si só decide a eleição? Não, mas é um indicativo de que existe uma insatisfação da população com esse governo maior do que aquele grupo que está satisfeito”, ponderou. O terceiro ponto envolve os problemas do cotidiano, como segurança, violência e economia.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites
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