A Argentina é a última representante da América do Sul na Copa do Mundo e entra em campo nesta quarta-feira (15), às 16h (de Brasília), para enfrentar a Inglaterra na semifinal do torneio. Atual campeã, a equipe de Lionel Scaloni necessita elevar o seu nível de atuação se quiser chegar na decisão.
Depois de uma fase de grupos tranquila, onde terminou com três vitórias em três jogos disputados, a Seleção Argentina eliminou Cabo Verde em um triunfo apertado por 3 a 2, que só saiu na prorrogação.
Na sequência, o susto foi ainda maior quando o Egito abriu 2 a 0 no marcador e vencia até 33 minutos do segundo tempo. Lionel Messi comandou a história virada dos argentinos, que superaram o adversário por 3 a 2 ainda dentro do tempo regulamentar.
Já nas quartas, mais uma classificação sofrida. A Suíça empatou o confronto em 1 a 1 e levou a disputa para a prorrogação. No entanto, um golaço de Julián Álvarez e um tento de Lautaro Martínez sacramentaram o resultado a favor dos sul-americanos em 3 a 1.
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Contra os ingleses, o desafio da Argentina será ainda maior. Para competir de igual para igual, o time de Scaloni precisará apresentar uma evolução na condição física, fator que prejudicou o estilo de jogo buscado pelo técnico, que une intensidade e pressão ao portador da bola.
Com a posse, os argentinos necessitam ter o controle das ações e rodar a bola com qualidade entre seus meio-campistas, algo que faltou diante dos suíços. Messi segue sendo o destaque ofensivo e deve ser acionado nos momentos certos para definir o jogo.
Para as semifinais, Lionel Scaloni garantiu que a equipe titular sofrerá mudanças. No treino realizado na última terça (14), Exequiel Palacios foi testado no meio-campo, enquanto Giuliano Simeone pode ser novidade no ataque.
Ambos podem oferecer mais fôlego para um time que já está desgastado pela campanha e clama por mais intensidade em campo para seguir sonhando com o tetracampeonato mundial.
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