O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta segunda-feira (17), estendendo ganhos pela segunda sessão consecutiva. Investidores calibram perspectivas para o Federal Reserve (Fed) e esperam uma postura mais branda por parte do banco central, o que, junto da desvalorização do dólar, tende a apoiar os preços dos metais preciosos.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,82%, a US$ 4.473,70 por onça-troy. A prata para setembro avançou 1,72%, a US$ 66,23 por onça-troy.
Para analistas, os movimentos recentes dos mercados e os “sinais de vida” do ouro refletem dados macroeconômicos recentes mais fracos do que o esperado.
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“Tivemos alguns relatórios de inflação mais brandos, juntamente com dados mais fracos de emprego e vendas no varejo, o que gerou expectativas de uma postura mais flexível por parte do Fed, com impactos significativos nos preços dos ativos”, afirma Stephen Coltman, da 21shares.
Taxas de juros mais elevadas tornam ativos que não geram rendimento, como o ouro, menos atraentes.
“A ata da reunião do Fed de quarta-feira, os dados econômicos dos EUA e os desdobramentos na região de Ormuz serão fatores determinantes para o ouro, principalmente devido ao impacto que exercem sobre as expectativas em relação às taxas de juros”, aponta o MUFG.
(Com informações Dow Jones Newswires)
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