Na noite de domingo, 30 de março de 2025, o policial civil João Pedro Marquini, de 38 anos, integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi brutalmente assassinado a tiros durante uma tentativa de assalto na Estrada de Guaratiba, próximo ao Túnel da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio.
O agente estava em comboio com sua esposa, a juíza criminal Tula Correa de Mello, do 3º Tribunal do Júri. Ela seguia à frente em um carro blindado, quando criminosos armados com fuzis e pistolas interceptaram o veículo de Marquini e dispararam diversos tiros. O policial não resistiu aos ferimentos. A magistrada e os ocupantes do outro veículo saíram ilesos.
Segundo a polícia, as principais linhas de investigação são a de uma tentativa de assalto com reação por parte do policial ou um ataque fortuito com troca de tiros. Câmeras de segurança e testemunhas estão sendo analisadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), responsável pelo caso.
Em resposta imediata, a CORE realizou uma operação emergencial na comunidade César Maia, em Vargem Grande, região próxima ao local do crime, mas até o momento nenhum suspeito foi preso. A área foi cercada ainda na madrugada de segunda-feira.
João Pedro Marquini era conhecido pela competência e dedicação à corporação. Amigos e colegas lamentaram profundamente sua morte, destacando que ele era um “marido dedicado e pai exemplar”.
O caso reforça o alerta sobre a violência enfrentada por agentes públicos, mesmo fora do horário de serviço, e levanta preocupações sobre a segurança nas vias da Zona Oeste. A Polícia Civil segue em diligência para identificar e prender os autores do crime.



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