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Sabado, 25 de Abril de 2026

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Reserva de bitcoin dos EUA frustra o mercado

Governo mantém ativos desde 2025, mas não fez qualquer compra adicional e levanta dúvidas sobre estratégia

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Reserva de bitcoin dos EUA frustra o mercado
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Os Estados Unidos estruturaram, no ano passado, uma reserva estratégica de bitcoin. O presidente Donald Trump, formalizou a medida por ordem executiva e marcou a entrada do país no mercado de ativos digitais.

O governo americano formou o fundo com criptoativos apreendidos em operações do FBI ou do Departamento de Justiça.

Desde então, não houve qualquer ampliação ou movimentação relevante desses recursos.

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Este e outros assuntos da economia serão abordados no programa e na News da Resenha, newsletter para manter os investidores informados e ajudar na tomada de melhores decisões no mercado. 

Na época do anúncio, o bitcoin registrou uma valorização e atraiu maior interesse. Mesmo assim, a ausência de novos aportes passou a levantar dúvidas sobre a estratégia abordada.

“Houve um certo ‘hype’, mas sem incremento relevante. Fica o questionamento se foi algo mais político”, disse Bernardo Pascowitch, apresentador da Resenha do Dinheiro. 

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Segundo ele, o governo americano poderia ter ampliado a reserva sem pressionar o contribuinte, por meio de realocação de ativos ou ajustes fiscais. Ainda assim, nenhuma dessas alternativas avançou.

Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, analisa o papel das reservas internacionais. 

“Tradicionalmente, os governos usam esses ativos para sustentar a moeda e garantir o pagamento de dívidas externas”, explica Marilia. 

Nesse contexto, a volatilidade do bitcoin aparece como um fator de risco. O ativo apresenta oscilações de preço, o que contrasta com o perfil mais estável esperado para reservas cambiais. 

“Colocar um ativo que pode subir ou cair muito adiciona volatilidade. Isso pode ir contra o papel das reservas”, acrescenta.

Para Bernardo, a falta de continuidade reforça o caráter pontual da medida. 

“Se não houve continuidade, parece algo muito específico. Pode ter sido uma sinalização mais política”, afirma Pascowitch.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. 

A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

FONTE/CRÉDITOS: andrevasconcelos
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