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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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Rússia: fechamento de Ormuz pode desequilibrar mercado de petróleo

Passagem é a única saída do Golfo Pérsico para o mar aberto e por lá passa uma parte considerável do petróleo exportado pelos países árabes do Golfo

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Rússia: fechamento de Ormuz pode desequilibrar mercado de petróleo
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O Ministério dos Assuntos Estrangeiros da Rússia alertou no domingo (1º) para as consequências do fechamento do Estreito de Ormuz para o mercado petrolífero mundial em meio aos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã.

A passagem é a única saída do Golfo Pérsico para o mar aberto e por lá passa uma parte considerável do petróleo exportado pelos países árabes do Golfo.

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“Foi relatado que a navegação foi interrompida no Estreito de Ormuz. Isso pode levar ao bloqueio de exportações de hidrocarbonetos na região e criar um desequilíbrio significativo nos mercados globais de petróleo e gás”, diz a chancelaria russa em nota sobre a situação no Irã.

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O comunicado diz também que o governo russo recebeu com “indignação” e “profundo pesar” as notícias das mortes do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, de familiares seus e de altos funcionários do governo do país persa.

A nota acrescenta que a Rússia condena fortemente “a prática de assassinatos políticos e a caçada a líderes de Estados soberanos”. Isso, na avaliação da pasta, vai “contra os princípios fundamentais das relações civilizadas entre Estados e constituem uma grave violação do direito internacional”.

O ministério ressalta que o número de vítimas civis está aumentando, lembra que as retaliações do Irã atingiram alvos nos países árabes do Golfo e apela para uma “desescalada imediata, cessação das hostilidades, e retomada dos processos políticos e diplomáticos”.

“Os interesses legítimos de todos os estados do Golfo Pérsico devem ser levados em consideração”, conclui.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites
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