A UE (União Europeia) aprovou um auxílio adicional de 100 milhões de euros (equivalente a cerca de R$ 585 milhões) para o Exército do Líbano, em um esforço para fortalecer o frágil cessar-fogo na região.
“A melhor maneira de reduzir a ameaça representada pelo Hezbollah é fortalecer o Estado libanês, empoderar suas instituições e restaurar seu monopólio sobre o uso da força”, afirmou a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, em uma publicação no X.
No primeiro acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, em novembro de 2024, o governo do Líbano prometeu implementar uma supervisão mais rigorosa dos movimentos do Hezbollah ao sul do rio Litani, com as Forças Armadas Libanesas incumbidas de desarmar o grupo.
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O Líbano vem enfrentando dificuldades devido ao grave colapso econômico, e os militares há muito alegam não possuir os recursos financeiros e equipamentos necessários para exercer controle total no sul do país.
As forças israelenses e combatentes do Hezbollah lançaram ataques poucas horas depois de Israel e Líbano concordarem em implementar um cessar-fogo na quarta-feira (3).
O Hezbollah não faz parte do acordo, e o líder do grupo apoiado pelo Irã rejeitou o pacto.
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