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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

Porto Velho

ZELADORIA: Lixo, depredação e drogas tomam de conta do Centro de Porto Velho.

A região é marcada por prédios abandonados, calçadas deterioradas e pela presença constante de pessoas em situação de rua.

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Por Estadão Rondônia
ZELADORIA: Lixo, depredação e drogas tomam de conta do Centro de Porto Velho.
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Centro de Porto Velho enfrenta abandono, sujeira e aumento da criminalidade

Nesta quarta-feira (9), uma visita ao Centro de Porto Velho, capital de Rondônia, revelou um cenário preocupante: sujeira acumulada, depredação de imóveis e a presença constante de pessoas em situação de rua. A área nas proximidades do Mercado Central resume bem os problemas enfrentados pela região central da cidade.

O mau cheiro provocado pelo acúmulo de lixo se espalha por todos os cantos ao redor do Mercado, que está situado em frente ao principal ponto turístico da capital — o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Urubus sobrevoam lixeiras transbordando, tornando ainda mais visível o descaso.

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Apesar da existência de coleta regular de lixo e de equipes de limpeza urbana, os esforços não têm sido suficientes para conter o acúmulo de resíduos. O abandono também é visível em quarteirões inteiros, com imóveis deteriorados e sem qualquer manutenção.

Na rua Renato Medeiros, por exemplo, uma quadra com cerca de dez pontos comerciais está em ruínas. O local se transformou em ponto de concentração de usuários de drogas.

Imóveis abandonados são constantemente invadidos e saqueados. Furtos de fios de cobre, portas, janelas, grades e outros materiais são frequentes. Apenas as placas com informações de localização resistem à depredação. Nas calçadas próximas, buracos e irregularidades oferecem risco à circulação de pedestres.

A região central também enfrenta um crescimento no número de furtos e invasões. Um exemplo é a antiga sede da Delegacia da Mulher, localizada nas redondezas, que foi recentemente arrombada e saqueada. Segundo comerciantes, o prédio estaria sendo utilizado como esconderijo para produtos furtados.

Mesmo com patrulhamento frequente da polícia, o número de arrombamentos em comércios tem aumentado, gerando insegurança e preocupação entre empresários e moradores da área.

 

 

 

 

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