O presidente do partido Novo Eduardo Ribeiro disse à CNN Brasil nesta quarta-feira (12) que não tem “preocupação com a cláusula de barreira”.
“Acho que o Novo teria que ousar a ser um dos partidos a ocupar o espaço de um partido médio”, declarou em entrevista ao CNN 360º.
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A cláusula serve como um mecanismo que restringe o acesso de partidos políticos a recursos do fundo partidário e tempo de propaganda gratuita em rádio e televisão.
O sistema funciona como uma escada que ganha novos degraus a cada quatro anos. Em 2018, os partidos precisavam eleger no mínimo nove deputados federais. Em 2022, esse número subiu para 11, e, em 2026, chegou a 13 parlamentares. Além disso, as siglas precisam ter representantes em pelo menos nove estados ou oito estados mais o Distrito Federal.
Outro critério importante é a porcentagem de votos válidos na eleição para a Câmara. Em 2026, os partidos deverão atingir 2,5% dos votos válidos, com pelo menos 1,5% em cada estado ou no Distrito Federal. Esses votos precisam estar distribuídos em pelo menos um terço das unidades federativas.
Para Ribeiro, o Novo passou a adotar o fundo partidário após uma reformulação no estatuto.
“Mas com 5 bilhões do fundo partidário, nós mudamos nosso estatuto para aceitar o fundo para ter as mesma armas dos nossos concorrentes e ter mais competitividade.”
Ele também declarou que o partido terá “três vezes mais candidatos em 2026”.
Presidente do Novo analisa eleições em entrevista à CNN | CNN 360º
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