Estadão Rondônia - Sua fonte de notícias na cidade de ...

Segunda-feira, 14 de Setembro de 2026

Mundo

Aluna do ensino médio é suspensa no primeiro dia de aula por trazer café

Estudante na lista de honra questionou a suspensão por não ter sido informada sobre a nova regra

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Aluna do ensino médio é suspensa no primeiro dia de aula por trazer café
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Uma estudante do terceiro ano do ensino médio em Castorland, em Nova York, foi suspensa no primeiro período do dia de volta às aulas, no dia 3 de setembro.

Julie Kaputa, estudante da Beaver River Central School, estava entrando na sala de aula quando foi barrada.

“Eu entrei no colégio e estava levando meu café. Cheguei para a primeira aula, e meu professor disse: ‘Preciso que você ou jogue isso fora ou beba imediatamente, ou vá para a diretoria'”, disse a aluna ao jornal local WWNY.

Publicidade

Leia Também:

Leia Mais

  • Quem foi o físico mineiro que ajudou a conter a ameaça radioativa do Césio-137 em Goiânia

    Quem foi o físico mineiro que ajudou a conter a ameaça radioativa do Césio-137 em Goiânia

  • Mãe de Carlo Acutis diz que testemunhos de milagres chegam quase todos os dias

    Mãe de Carlo Acutis diz que testemunhos de milagres chegam quase todos os dias

  • Ela foi a primeira mulher negra a viajar pelo espaço; agora, sua missão é ir além do Sistema Solar ainda neste século

    Ela foi a primeira mulher negra a viajar pelo espaço; agora, sua missão é ir além do Sistema Solar ainda neste século

Julie recusou-se a jogar fora seu café, e recebeu uma suspensão por quebrar a regra que impede estudantes de levarem comidas ou bebidas de fora para a escola. Ela e sua mãe questionam a decisão, afirmando que a proibição havia sido imposta durante as férias, sem informar a comunidade discente.

Kaputa, que entrou na lista de honra do colégio em anos anteriores, disse ainda que quer ver as regras escolares “funcionarem do jeito que devem”.

“Não houve nenhuma audiência pública para discutir isso. Transparência de governo é algo com que me importo muito, e achei esquisito que não houve nenhuma consulta pública”, comentou.

Consultado pela imprensa, o superintendente da Beaver River Central School Todd Green reconheceu uma falha de comunicação no processo.

“É bom ver alunos defendendo o que acreditam, gostamos muito disso e não acontece com frequência”, disse.

FONTE/CRÉDITOS: robertosouza
Comentários:

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!