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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026

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Ao menos nove governadores já deixaram cargos para disputar eleições

Prazo de desincompatibilização também é válido para ministros de Estado; pela legislação, ocupantes de cargos no Executivo federal e estadual precisam deixar as funções até 4 de abril se quiserem disputar as eleições

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Ao menos nove governadores já deixaram cargos para disputar eleições
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Termina neste sábado (4) o prazo para que chefes do Executivo federal e estadual deixem seus cargos caso queiram disputar as Eleições Gerais de 2026. Pela legislação, os ocupantes desses postos precisam deixar as funções seis meses antes do pleito.

Prevista na Constituição, a regra exige a desincompatibilização para prefeitos, governadores e ministros de Estado. O objetivo é evitar o uso da estrutura pública e a visibilidade do cargo em benefício eleitoral.

Entre os governadores, ao menos nove já oficializaram a saída dos cargos. A maior parte deve disputar vagas no Senado — caminho mais comum para ex-chefes de Executivo estadual.

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Deixam os governos Gladson Cameli (AC), Antônio Denarium (RR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES) e Helder Barbalho (PA) – todos com planos de concorrer ao Senado. Já Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG) são apontados como pré-candidatos à Presidência.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que cogitava disputar o Senado, não deve concorrer após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) torná-lo inelegível por abuso de poder político.

Por outro lado, a maioria dos governadores optou por permanecer no cargo. É o caso de Tarcísio de Freitas (SP), Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE), além de outros nomes que devem tentar a reeleição ou concluir o mandato.

Ministros de Estado também precisam cumprir a regra de desincompatibilização. Após reunião ministerial realizada na terça-feira (31) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 17 trocas ministeriais foram feitas.

Os destinos variam entre disputas para a Câmara dos Deputados, o Senado e governos estaduais. Entre os principais nomes estão Fernando Haddad, que deve concorrer ao governo de São Paulo; Marina Silva, ao Senado; e Simone Tebet, também ao Senado.

Geraldo Alckmin, que além de vice-presidente acumulava o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, também deixou a pasta para disputar novamente a vice-presidência na chapa de Lula.

Análise: Entenda as mudanças ministeriais do governo Lula | CNN NOVO DIA Análise: Entenda as mudanças ministeriais do governo Lula | CNN NOVO DIA

FONTE/CRÉDITOS: gabrielaboechat
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