🗞 O que foi anunciado
O governo argentino, por meio do porta‑voz presidencial Manuel Adorni, informou no dia 13 de maio de 2025 que será abolido o imposto de importação sobre celulares atualmente em 16%, em duas fases:
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Redução imediata: entre os dias 19 e 25 de maio de 2025, a taxa será reduzida de 16% para 8%;
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Isenção total: a partir de 15 de janeiro de 2026, o tributo será completamente eliminado;
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Adorni destacou o impacto dos valores atualmente praticados: “um celular 5G na Argentina custa o dobro do que no Brasil e nos EUA” e explicou que a alta carga tributária levava argentinos a viajar ao exterior de avião e hotel pagos só para comprar telefones mais baratos
🤔 Por que isso importa?
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Com a retirada total das tarifas, estima-se uma queda de ao menos 30% nos preços de celulares importados, equiparando a Argentina a mercados vizinhos como Brasil e Chile.
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Um iPhone 16 Pro Max com 256 GB, que hoje é significativamente mais caro na Argentina, passaria a ser mais barato que no Brasil: cerca de R$ 11.656 frente a R$ 12.499 no Brasil.
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O governo também planeja reduzir impostos internos sobre eletrônicos, como televisores e ar‑condicionado — atualmente de 19%, serão cortados para 9,5% — além de diminuir a alíquota de consoles de videogames de 35% para 20%.
💡 E agora?
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Argentinos já devem se beneficiar da redução parcial de 8% a partir de final de maio de 2025, o que deve tornar os celulares de ponta mais acessíveis imediatamente.
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A partir de 15 de janeiro de 2026, com a isenção total, os produtos estarão ainda mais competitivos.
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Em seguimento, devem vir cortes em impostos internos sobre eletrônicos, reduzindo ainda mais os preços para o consumidor local.
🔍 Contexto geral
A Argentina, sob o governo de Javier Milei, impulsiona essa política visando modernizar o consumo e estimular o acesso a tecnologia, sem onerar tanto os habitantes. O corte de tarifas segue compromisso de reduzir desigualdades e dinamizar o mercado eletrônico no país .
✅ Conclusão
A estratégia divide-se entre igualdade de acesso e estímulo econômico. Com redução já em maio e fim total no início de 2026, os argentinos devem ver celulares e outros eletrônicos de ponta chegarem ao alcance de forma mais imediata — e isso tem potencial para estimular o mercado local e pressionar outros países da região a repensarem seus próprios regimes tributários.
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