Equipamentos já estão integrados à sinalização em locais estratégicos, auxiliando motoristas a respeitar os limites de circulação nas vias.
Ao trafegar pelos principais corredores de Porto Velho, muitos motoristas já notaram a instalação de cilindros balizadores, que separam espaços e direcionam o fluxo de veículos. Esses equipamentos foram implementados como parte das ações para organizar o trânsito e, em especial, para evitar manobras que possam colocar em risco a segurança de motoristas, motociclistas e pedestres.
Os balizadores, localizados em pontos estratégicos, atuam como barreiras visuais, permitindo que os condutores identifiquem com mais facilidade os limites da pista e sigam pelo caminho correto. Além disso, esses dispositivos evitam que áreas destinadas à organização do tráfego sejam utilizadas para conversões ou outras manobras indevidas.
Os cilindros já estão presentes em trechos da avenida Jorge Teixeira e na Estrada da Penal, além de terem sido instalados na região da avenida Raimundo Cantuária com Nações Unidas.
O secretário municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade, Iremar Lima, destaca que esses equipamentos complementam a sinalização existente e devem ser respeitados pelos motoristas. “O balizador não está naquele ponto por acaso. Ele indica uma organização definida para o tráfego e ajuda a impedir manobras que aumentam o risco de acidentes. Por isso, é importante que o motorista respeite a sinalização e não tente passar entre os equipamentos ou utilizar áreas que foram isoladas”.
Feitos de materiais flexíveis, como poliuretano ou polietileno, os cilindros têm a capacidade de se deformar ao receber impacto e retornar à sua posição original, uma característica conhecida como efeito "João Bobo". Mesmo assim, a recomendação é para que os condutores mantenham distância e respeitem os espaços que estão delimitados.
Os balizadores fazem parte de uma série de intervenções voltadas para a mobilidade urbana da capital, juntamente com iniciativas como a Faixa Verde e a Direita Livre.
O prefeito Léo Moraes ressalta que a organização de pontos críticos no trânsito envolve mudanças que orientem melhor os usuários das vias da cidade. “São intervenções que já fazem parte do trânsito de Porto Velho e têm uma função muito clara: organizar, orientar e trazer mais segurança. Estamos trabalhando em diferentes frentes, identificando os pontos que precisam de melhorias e adotando soluções para tornar os deslocamentos mais seguros e o trânsito mais organizado”.
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