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A coordenadora do Gaevit enfatizou que a convocação dos alunos resultou de uma atuação conjunta coordenada pelo Ministério Público, visando reforçar a segurança pública e ampliar o atendimento policial à comunidade.
Na quinta-feira (16/10), o Ministério Público de Rondônia (MPRO) esteve presente na aula inaugural da Academia de Polícia Civil de Rondônia, realizada no teatro Palácio das Artes, em Porto Velho. O MPRO salientou a colaboração entre a instituição e órgãos estaduais para a convocação e formação de novos policiais civis, evento que contou com a presença de autoridades civis e militares.
A promoção do evento foi feita pela coordenadora substituta do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública (Gaesp) e coordenadora do Grupo de proteção integral e defesa dos direitos da vítima (Gaevit), a promotora de Justiça Tânia Garcia, que representou o MPRO na cerimônia. Ela afirmou que o trabalho colaborativo tinha como meta fortalecer o quadro de servidores da Polícia Civil e aumentar a capacidade de atendimento à população.
Cooperação para a convocação viabilizada
Durante sua fala, Tânia Garcia destacou que o MPRO uniu esforços com a Polícia Civil, secretarias do Governo do Estado, Procuradoria-Geral do Estado, Tribunal de Contas do Estado e outras instituições para encontrar soluções que possibilitassem a convocação dos candidatos e o início do curso de formação.
Segundo a promotora, essa iniciativa foi considerada prioritária desde o início dos trabalhos desenvolvidos pelo grupo. Ela detalhou que as instituições colaboraram de maneira integrada para enfrentar os desafios administrativos e assegurar as condições necessárias para a realização da formação dos novos policiais.
Além disso, a representante do MPRO ressaltou a participação de diversos setores do Poder Executivo e órgãos de controle no processo, enfatizando que a cooperação entre as instituições foi essencial para a realização da medida.
Fortalecimento da segurança pública
Tânia Garcia afirmou que o reforço do efetivo policial visa aprimorar os serviços oferecidos à população. A ampliação do quadro da Polícia Civil tem como objetivo contribuir para o combate à criminalidade e aumentar a segurança e proteção dos cidadãos.
A promotora observou que o fortalecimento da estrutura da Polícia Civil não é um objetivo isolado, mas sim uma ação voltada à proteção dos direitos da população e ao atendimento das demandas sociais relacionadas à segurança pública.
Atendimento humanizado e compromisso com a população
Dirigindo-se aos alunos do curso de formação, a coordenadora substituta do Gaesp destacou a importância de um atendimento humanizado, especialmente em situações que envolvem mulheres, crianças e outros indivíduos em condição de vulnerabilidade.
"Eu observei uma prontidão, uma voluntariedade, muito grande em todos os cumprimentos. Que isso se renove diariamente na atividade profissional dos senhores e das senhoras. Que quando uma mulher que está numa situação de desespero, de medo, de angústia, procure um comissariado, seja atendida de forma acolhedora pelo agente, pelo escrivão ou pela autoridade policial diretamente, e ali sempre encontre disponibilidade de serviço. E acima de tudo, um ser humano aberto a ouvir, a acolher e a atuar para garantir segurança e satisfação dos direitos dos indivíduos", reforçou Tânia Garcia.
A promotora também encorajou os futuros policiais a manterem os valores que os motivaram a escolher a carreira. De acordo com ela, o exercício da função requer atenção às necessidades da população e compromisso com a proteção dos direitos dos cidadãos.
Finalizando sua fala, a representante do MPRO destacou que a formação dos novos policiais representa a concretização de um projeto desenvolvido por várias instituições e um avanço para o fortalecimento da segurança pública em Rondônia.
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