O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em discurso na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), ter encerrado oito conflitos armados desde que assumiu o governo.
Segundo Trump, tem sido uma “honra imensa” conseguir parar com essas guerras e “promover a amizade” entre os líderes desses países. Ele afirmou que muitos desses conflitos já se arrastavam há anos ou mesmo décadas e apontou os motivos que ele considera serem a razão do sucesso dele nessas negociações.
“A razão por eu ter conseguido fazer esses acordos foi o uso do meu relacionamento, desses relacionamentos especiais, o comércio, o uso de tarifas e a ameaça das tarifas e outras razões, dependendo do país”, explicou.
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Entre os conflitos mencionados por Trump estão os envolvendo Camboja e Tailândia, Kosovo e Sérvia, República Democrática do Congo e Ruanda, Paquistão e Índia, Armênia e Azerbaijão, além da guerra em Gaza.
Sobre Gaza, o presidente afirmou que o acordo incluiu “o retorno de todos os reféns, tanto os vivos como os mortos”.
Trump também mencionou declarações de líderes estrangeiros que, segundo ele, reconheceram o papel dele nos acordos de paz. De acordo com Trump, o primeiro-ministro do Paquistão teria afirmado que ele foi responsável por salvar “30 milhões de vidas e provavelmente muito mais do que isso”.
Já o presidente do Azerbaijão teria dito que Trump “fez em seis meses um milagre que ninguém imaginava ser possível”. Já o primeiro-ministro da Armênia teria declarado que o avanço “simplesmente não aconteceria sem o envolvimento pessoal do presidente Trump e seu comprometimento resoluto com a paz”.
Segundo Trump, o presidente de Ruanda afirmou que ele “semeou a oportunidade de trazer a paz” e levou ao fim “esse conflito de 32 anos”.
Ao final do discurso, Trump fez referência ao conflito entre Rússia e Ucrânia. “Trabalhamos muito perto dos líderes da Rússia e da Ucrânia e nós conseguiremos fazer isso. Isso vai acontecer mais rapidamente do que as pessoas pensam”, afirmou.
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