Uma polêmica envolvendo a cantora Chappell Roan, uma das atrações do Lollapalooza, e a enteada do jogador Jorginho, do Flamengo, trouxe à tona um nome familiar para os fãs de cinema: Jude Law.
Ada Law, filha do ator com a cantora e estilista Catherine Harding, está no centro de uma controvérsia que mobilizou as redes sociais no Brasil. A menina de 11 anos tentou se aproximar da cantora no hotel em que a família estava hospedada, em São Paulo, mas foi abordada de forma bruta pelos seguranças, segundo relato do jogador. A criança agora vive com a Catherine e com o padrasto no Rio de Janeiro.
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Neste cenário de repercussão digital, a trajetória de Jude Law, um dos atores mais versáteis e camaleônicos de Hollywood, ganha destaque, convidando o público a revisitar a obra de um artista que moldou o cinema contemporâneo.
Jude Law, nascido em Londres, despontou no cenário internacional nos anos 1990, rapidamente se tornando um símbolo de talento e carisma. Sua estreia em Hollywood, em 1997, com “Gattaca: A Experiência Genética” (1997), o colocou no papel de um homem geneticamente perfeito, um prenúncio de sua capacidade de encarnar personagens complexos e desejáveis.
A versatilidade de Law logo se tornou sua marca registrada. Ele brilhou como o charmoso Dickie Greenleaf em “O Talentoso Sr. Ripley” (1999), papel que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, solidificando seu status de estrela em ascensão.
Em seguida, surpreendeu como o robô de prazer Gigolo Joe em “AI: Inteligência Artificial” (2001), sob a direção de Steven Spielberg, e chocou como o perturbador assassino Harlen Maguire em “Estrada para Perdição” (2002), quebrando a imagem de galã.
Sua capacidade de transitar entre gêneros se estendeu a comédias como “O Amor Não Tira Férias” (2006), onde interpretou o carismático Graham, dramas intensos como “Closer – Perto Demais” (2004), que lhe rendeu outra indicação ao Oscar, e produções televisivas aclamadas como “O Jovem Papa” (2017) e “O Novo Papa” (2020), onde interpretou o enigmático e narcisista papa Pio XIII.
Law também marcou presença em grandes franquias, como o universo Marvel em “Capitã Marvel” (2019) e o mundo mágico de Harry Potter como o jovem Alvo Dumbledore na saga “Animais Fantásticos” (2018-2022), alcançando um público ainda mais amplo.
Sua carreira é marcada por escolhas inesperadas, como o visceral Dom Hemingway em “A Recompensa” (2013) e o agente Bradley Fine na comédia de ação “A Espiã que Sabia de Menos” (2015).
Jude Law tem sete filhos, entre eles Ada, envolvida nessa polêmica com a cantora Chappell Roan. A família desistiu de ir ao show da artista.
Quem é a mãe de Ada?
A mãe da filha de Jude Law envolvida na recente polêmica é Catherine Harding, uma cantora, estilista e influenciadora digital irlandesa. Catherine ganhou visibilidade ao participar do programa “The Voice UK” em 2020 e é mãe de Ada, de seu relacionamento com o ator de Hollywood.
Atualmente, ela é casada com o jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, e se mudou para o Brasil em 2025, compartilhando sua adaptação ao país nas redes sociais.
A controvérsia veio à tona quando Jorginho, através de suas redes sociais, criticou publicamente a cantora Chappell Roan, atração principal do Lollapalooza deste sábado (21).
Segundo o relato do jogador, sua esposa e filha, hospedadas no mesmo hotel que a artista em São Paulo, teriam sido maltratadas por um segurança após a criança, de 11 anos, apenas olhar para Chappell Roan no café da manhã.
Jorginho classificou o incidente como “completamente desproporcional” e criticou a cantora por não valorizar seus fãs, afirmando: “Chappell Roan, sem os seus fãs você não seria ninguém. E aos fãs, ela não merece o carinho de você.”
Em resposta, Chappell Roan se defendeu, afirmando que nem sequer notou a presença da mãe e da filha, e que o segurança envolvido não fazia parte de sua equipe pessoal. “Ninguém veio a mim. Ninguém me incomodou… eu não pedi ao segurança para ir e falar com essa mãe e filha. Elas não fizeram nada”, disse a artista.
Chappell lamentou o ocorrido, mas reiterou que não tem aversão a fãs ou crianças. “Lamento profundamente pela mãe e pela criança que se sentiram desconfortáveis. Eu não odeio crianças. Isso me deixou extremamente triste, vocês não mereciam isto.”
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