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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026

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Fim de acordo nuclear torna o mundo mais imprevisível, diz especialista

Professor da UFPB adverte que o término do tratado entre os EUA e a Rússia aumenta a incerteza global e pode normalizar o uso coercitivo de armas nucleares

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Fim de acordo nuclear torna o mundo mais imprevisível, diz especialista
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O término do último grande tratado de controle de armas nucleares entre Estados Unidos e Rússia, conhecido como New START, torna o mundo significativamente mais imprevisível e perigoso. A avaliação é de Augusto Teixeira, professor de Relações Internacionais da UFPB, durante o WW.

“O fim do tratado coloca mais lenha na fogueira da incerteza, pois torna o mundo ainda mais imprevisível e perigoso”, afirmou o especialista.

Segundo Teixeira, o principal problema não é apenas o fim do regime de controle de armas, mas a acelerada destruição da ordem internacional que estabelecia parâmetros básicos para as relações entre países.

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“Em um contexto em que esferas de influência se impõem e o uso da força reduz o custo para que atores imponham suas vontades pela violência, a questão da expansão das armas nucleares, em particular sobre o emprego coercitivo, como faz a Rússia na Ucrânia, pode vir cada vez mais a ser algo normalizado”, alertou.

Teixeira destacou que o cenário atual amplia consideravelmente o risco de erros de cálculo entre potências nucleares.

“Quando falamos de armas nucleares, elas não admitem nem amadorismo, personalismo e muito menos erros de cálculo. A margem de erro é muito pequena”, enfatizou.

Embora exista preocupação com a situação, Teixeira diz que o término do acordo não é necessariamente algo avassalador. “Existe medo, mas também existe o elemento da racionalidade mínima dos Estados na busca pela sua própria sobrevivência”, concluiu o especialista.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites
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