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Quinta-feira, 01 de Outubro 2026

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Fora da Superliga, Tiffany detona proibição da CBV: “Não sou bandida”

Oposta Tiffany Abreu esteve em lançamento da Superliga em São Paulo e afirma que segue em conversas para disputar o torneio

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Fora da Superliga, Tiffany detona proibição da CBV: “Não sou bandida”
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Tiffany Abreu, oposta do Osasco, foi proibida de participar da Superliga Feminina devido a uma nova política da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) divulgada em agosto. A atleta esteve no lançamento do torneio, em São Paulo, nesta quinta-feira (1º), e criticou duramente a decisão, afirmando se sentir uma “bandida”.

Apesar da proibição, Tiffany revelou que há contato diário com a CBV e que seguirá tentando a liberação até o último dia. “A gente foi pego de surpresa. Isso machucou bastante”, desabafou a jogadora, mencionando a falta de comunicação da entidade.

A oposta descreveu o momento como “muito difícil”, precisando conciliar o foco nos treinos com a luta pela participação.

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“É um momento muito difícil. (…) E aí a gente recebe uma notícia dessa… como se eu fosse uma bandida. Eu não sou uma bandida. Eu sou uma atleta que inspira muitas pessoas, mereço estar jogando, dentro das quadras, onde é meu lugar”, afirmou.

Críticas de Tiffany e a “falta de empatia”

Tiffany revelou sentir “desprezo” em vez de raiva, destacando a falta de empatia por parte dos tomadores de decisão. “Sinto um desprezo…. sinto uma falta de empatia muito grande“, disse. Ela criticou o que chamou de “política transfóbica” da CBV.

“Faltou muita empatia com o ser humano, com a atleta, com o clube e com as pessoas que se inspiram em mim no esporte”, pontuou Tiffany. Ela defendeu que novas regras deveriam abrir portas, e não promover a exclusão. “O esporte não poderia ser político e está sendo político no momento”, completou.

Entenda a política da CBV

A nova política para atletas trans foi criada em março de 2026 e entra em vigor a partir desta sexta-feira (2), abrangendo diversas competições da CBV, como a Superliga A e B 26/27, Supercopa 2026 e Copa Brasil 2027.

Segundo Radamés Lattari, presidente da CBV, a decisão visa alinhar as regras nacionais com os parâmetros internacionais já adotados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV).

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Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites

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