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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026

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Inflação dos EUA ainda está muito acima da meta do Fed, diz economista

Marcello Estevão, do IIF, avalia que alta de juros pelo Federal Reserve é justificada diante da inflação americana persistente

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Inflação dos EUA ainda está muito acima da meta do Fed, diz economista
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A inflação americana apresenta sinais de desaceleração, mas segue muito acima da meta estabelecida pelo Fed (Federal Reserve). A avaliação é de Marcello Estevão, diretor-gerente e economista-chefe do IIF (Instituto de Finanças Internacionais), ao WW.

Segundo Estevão, o índice de inflação acompanhado pelo Banco Central americano registrou alta de 3,7% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Já o núcleo desse índice — métrica preferida pelo Fed — ficou em 3,3% no mesmo período. “A meta do Fed é 2%, então está bem acima da meta”, destacou o economista.

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Estevão reconheceu que existem argumentos contrários à elevação da taxa de juros, uma vez que a taxa de juros é considerada “um instrumento bastante bruto”.

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Ele apontou que há fatores específicos que explicam a persistência da inflação elevada, como a alta do petróleo — embora parte do mercado avalie que esse movimento não deve se prolongar. “Tem várias explicações, mas no fundo o que importa é que o Fed não atingiu a meta há cinco anos e está muito acima”, afirmou.

Para o economista, o raciocínio do Fed é que, mesmo com a inflação em trajetória de queda, o ritmo é excessivamente lento. Nesse contexto, um ajuste moderado nos juros seria necessário para tornar a economia um pouco mais restritiva e acelerar a convergência em direção à meta.

“O Fed acha, com razão, eu creio, que é importante aumentar um pouquinho os juros e fazer a economia ficar um pouquinho mais apertada para que esse movimento em direção à meta seja mais rápido”, concluiu Estevão.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
FONTE/CRÉDITOS: afonsobenites
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