A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) alertou que responderá caso as “agressões” contra o Líbano não cessem imediatamente, informou a emissora estatal IRIB nesta quarta-feira (8).
A declaração da Guarda Revolucionária Islâmica acusou Israel de ter lançado um “massacre brutal” em Beirute apenas algumas horas após um acordo de cessar-fogo.
A IRGC prosseguiu, alertando os EUA e Israel que, se os ataques ao “querido Líbano” não cessassem, a IRGC “cumpriria seu dever” e daria o que chamou de “resposta lamentável” aos “agressores malignos na região”.
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O Hezbollah afirmou em comunicado divulgado nesta quarta-feira (8) que “o sangue dos mártires e dos feridos não será derramado em vão”, declarando que os recentes ataques israelenses reforçam o que o grupo chamou de seu “direito natural e legal” de resistir e responder aos ataques israelenses.
O grupo afirmou que o incidente aumentará sua determinação em continuar confrontando Israel e defendendo a segurança do Líbano.
A Defesa Civil do Líbano informou nesta quarta-feira (8) que os ataques israelenses em diversas partes do país, incluindo a capital Beirute, mataram pelo menos 254. Já o Ministério da Saúde informou que 837 ficaram feridas, segundo uma atualização preliminar do balanço.
Mais cedo, as Forças de Defesa de Israel (IDF) realizaram o que descreveram como a maior onda de ataques em todo o Líbano desde o início do conflito, alegando ter atingido 100 centros de comando e instalações militares do Hezbollah.
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