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Terça-feira, 14 de Julho de 2026

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Marido que prostituiu esposa por dinheiro pode pegar 10 anos na Suécia

Homem vendia sexo da mulher; 121 homens foram investigados por comprar os encontros

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Marido que prostituiu esposa por dinheiro pode pegar 10 anos na Suécia
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A promotoria da Suécia está pedindo uma pena de 10 anos de prisão para um homem de 62 anos suspeito de explorar a esposa sexualmente por dinheiro. No total, 121 homens foram investigados por terem “comprado” sexo do marido da vítima.

Grande parte dos encontros sexuais foi filmada sem que os suspeitos soubessem. O material foi apreendido e usado como prova no caso.

Na Suécia, o prazo de prescrição para compra de um serviço ou ato sexual é de dois anos.

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A SVT, estatal sueca, informou que cerca de 30 suspeitos já foram indiciados por envolvimento  no caso de prostituição. No entanto, pelo menos metade dos acusados poderão escapar da acusação formal ou evitar processos legais.

Segundo a acusação, a venda de sexo pelo marido da vítima vem ocorrendo desde agosto de 2022, o que significa que os suspeitos que pagaram ao marido até meados de 2024 podem ter o crime prescrito.

Depois de ser preso em outubro de 2025, a esposa e vítima do crime entrou com o pedido de divórcio. O homem, acusado de exploração sexual agravada, oito crimes de estupro, quatro tentativas de estupro, agressão e ameaças ilegais, nega os crimes.

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A advogada da vítima, Silvia Ingolfsdottir, disse que o crime é “o mais próximo que se pode chegar do tráfico humano”.

Os acusados são de toda parte do país

As idades dos acusados de terem comprado sexo do marido da vítima variam de 30 a 70 anos. Segundo a promotoria, eles estão espalhados por todo o país.

Um dos acusados era responsável por cuidar de crianças colocadas em lares adotivos. Ele disse à polícia que não sabia que o homem de quem comprava os encontros sexuais era marido da vítima. Ao ser interrogado pela polícia, ele confessou que havia pago ao homem mais de uma vez e que os encontros com a vítima aconteceram com apenas nove dias de intervalo.

FONTE/CRÉDITOS: Luciana Caczan
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