Membro do conselho de política monetária do BoJ (Banco do Japão), Hajime Takata defendeu uma abordagem flexível para o aumento das taxas de juros, afirmando que a meta de inflação foi praticamente atingida e que o risco de superaquecimento dos preços está aumentando.
Em um discurso para líderes empresariais nesta quarta-feira (2) ele disse que este ano representa uma “mudança de regime”, na qual os aumentos das taxas não são realizados em um ritmo fixo, mas sim “conduzidos de maneira ágil e dependente de dados, em resposta ao ambiente econômico e de preços doméstico, refletindo particularmente as tendências externas”.
-
Alemanha aprova reforma bilionária sobre imposto de renda
-
Preços dos aluguéis forçam saídas inusitadas
-
Bolsas da Europa amargam perdas com tensão global e alta de títulos
Takata, considerado um dos membros mais favoráveis a uma política monetária mais restritiva, propôs elevar a taxa básica de juros para 1,25% na reunião de julho. A proposta foi rejeitada por 8 votos a 1, mantendo a taxa em 1%, patamar em que se encontra desde junho.
“Com a inflação subjacente aproximando-se da meta de 2% do banco central, a instituição precisa levar a taxa básica para um nível que não seja nem estimulante nem restritivo para a economia, a fim de evitar efeitos de segunda ordem na alta dos preços”, disse Takata.
Juros altos preocupam 69% dos brasileiros com aumento do custo de vida
Vemos mais um corte de juros no próximo Copom, diz superint. pesquisa econômica do Itaú | MONEY NEWS
Comentários: