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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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Mulher é presa no MA por disseminar violência em plataformas digitais

Segundo a investigação, a suspeita, que incentivava ódio e violência nas redes sociais, está envolvida em um caso ocorrido no interior do Maranhão

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Mulher é presa no MA por disseminar violência em plataformas digitais
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Uma mulher foi presa pela Polícia Civil de São Paulo neste domingo (12) por suspeita de disseminar conteúdos de ódio e violência nas plataformas digitais. A prisão da suspeita de 22 anos foi feita no Maranhão.

Segundo a polícia, a investigação começou após o Noad (Núcleo de Observação e Análise Digital) e a SSP-SP (Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo) identificarem interações entre a suspeita e um jovem de 18 anos antes de um episódio recente de violência registrado no interior do estado.

As análises apontaram que a mulher teria incentivado condutas violentas e demonstrado interesse em práticas semelhantes.

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A partir disso, com informações de outras interações suspeitas no ambiente digital, coletadas pela agência norte-americana Homeland Security Investigations, o Deic (Delegacia Espeializada de Investigações Criminais) de Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, elaborou um pedido de prisão temporária e mandado de busca e apreensão à Justiça.

A decisão considerou a existência de fortes indícios de autoria e a necessidade das medidas para o avanço das investigações.

O mandado de prisão contra a mulher tem prazo de 30 dias e foi expedido com base em crimes graves previstos na legislação penal brasileira. Como a prisão foi cumprida no Maranhão, a investigada deve permanecer inicialmente em unidade prisional daquele estado, à disposição da Justiça.

Já o homem de 18 anos permanece preso após ter sido detido em flagrante pela PMESP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) e ter sua prisão convertida em preventiva por ocorrência anterior.

O caso segue sob investigação para identificar outros envolvidos.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

FONTE/CRÉDITOS: giulianazanin
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