A segunda fase da Operação Espectro prendeu, nesta segunda-feira (28), no Rio de Janeiro, um dos investigados apontado como líder de um grupo criminoso suspeito de associação criminosa, falsidade documental e lavagem de valores provenientes de fraudes tributárias. A ação foi deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio da Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Porto Alegre – Combate aos Crimes contra a Ordem Tributária.
Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos dois estados. As medidas ocorrem a partir de elementos que indicam o descumprimento de ordens judiciais e possível prática de novos delitos. A nova fase também apura o uso de meios digitais e da internet para divulgar atividades profissionais suspensas por decisão da justiça.
A investigação aponta indícios de fraudes em documentos que aparentavam autenticidade e credibilidade de atividades profissionais.
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Primeira fase
Durante a primeira fase da Operação Espectro, deflagrada em março de 2025, houve cumprimento de mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, além de prisão preventiva e bloqueio de bens em valor superior a R$ 34 milhões.
O MPRS ofereceu denúncia pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e falsificação documental, envolvendo a ocultação e a movimentação de valores milionários por meio de contas bancárias, aplicações financeiras e patrimônio registrado em nome de familiares e de outras pessoas.
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