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Domingo, 19 de Abril de 2026

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Parlamentar da UE pede adiamento da votação de acordo com EUA após tarifa

Suprema Corte dos EUA derrubou as tarifas globais impostas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) do presidente Donald Trump na sexta-feira (20), o que levou Trump a impor uma tarifa temporária de 10%, que ele aumentou para 15% no sábado (21)

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Parlamentar da UE pede adiamento da votação de acordo com EUA após tarifa
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Um membro do Parlamento da União Europeia propôs neste domingo (22) o adiamento da votação sobre o acordo comercial entre UE e Estados Unidos, que estava prevista para esta semana, argumentando que os termos e a base jurídica do acordo foram alterados.

A Suprema Corte dos EUA derrubou as tarifas globais impostas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) pelo presidente Donald Trump na sexta-feira (20), o que levou Trump a impor uma tarifa temporária de 10%, que ele aumentou para 15% no sábado (21).

“Um verdadeiro caos tarifário por parte do governo americano. Ninguém consegue mais entender — só restam perguntas em aberto e uma crescente incerteza para a UE e outros parceiros comerciais dos EUA”, escreveu Bernd Lange em uma publicação no X.

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A União Europeia e os EUA chegaram a um acordo no campo de golfe Turnberry, de propriedade de Trump, na Escócia, em julho passado, para evitar uma guerra comercial. Segundo o acordo, a UE removeria as tarifas de importação sobre muitos produtos americanos em troca de uma tarifa americana de 15% sobre a maioria das exportações de bens da UE.

A redução das tarifas da UE precisa da aprovação dos governos da UE e do Parlamento Europeu.

Lange destacou que os termos do acordo de Turnberry e a base jurídica sobre a qual foi alcançado mudaram e que agora é necessário esclarecer a situação.

O Parlamento Europeu suspendeu, no mês passado, os trabalhos sobre o acordo em protesto contra as exigências do presidente dos EUA, Donald Trump, de adquirir a Groenlândia e contra as ameaças de tarifas aos aliados europeus que se opuseram ao plano, mas posteriormente decidiu submeter o acordo à votação no final de fevereiro.

FONTE/CRÉDITOS: giselalammers1
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