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Sexta-feira, 17 de Julho de 2026

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Petróleo recua com sinais contraditórios sobre o rumo da guerra com o Irã

Preço da commodity bruta nos EUA subiu mais de 50% em março, fechando acima de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho de 2022

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Petróleo recua com sinais contraditórios sobre o rumo da guerra com o Irã
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Os preços do petróleo recuam nesta terça-feira (31), enquanto os investidores analisavam sinais contraditórios sobre o rumo da guerra com o Irã. A commodity bruta nos EUA subiu mais de 50% em março, fechando acima de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho de 2022, após comentários de Trump aumentarem os temores de que o conflito no Oriente Médio possa se intensificar ainda mais.

Por volta das 15h20, o petróleo Brent, referência global para o petróleo, recuou 0,5 % , para US$ 112,3 o barril, após fechar em sua maior cotação desde julho de 2022 na segunda-feira.

Enquanto o WTI, referência americana, caiu 0,9%, para US$ 102, também após fechar em sua maior cotação desde julho de 2022 no dia anterior.

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A guerra no Irã praticamente paralisou o tráfego de petroleiros pelo vital Estreito de Ormuz, interrompendo cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo. Embora os Estados Unidos, o maior produtor mundial de petróleo, importem relativamente pouco petróleo bruto do Oriente Médio, os preços são definidos em um mercado global de commodities.

O presidente dos EUA, Donald Trump, renovou seu ultimato ao Irã, ameaçando explodir as instalações petrolíferas do país caso não reabra o Estreito de Ormuz – após ter adiado seu prazo duas vezes nas últimas duas semanas.

Ao mesmo tempo, Washington afirma que as negociações com Teerã ainda estão em andamento, embora tenha oferecido poucos detalhes sobre com quem os representantes americanos estão se comunicando, enquanto o Irã envia mensagens contraditórias.

Em um artigo publicado na terça-feira, analistas do Deutsche Bank observaram “os sinais contraditórios que os mercados vêm recebendo nas últimas 24 horas”.

*Com informações da CNN Internacional 

FONTE/CRÉDITOS: Diana Ribeiro
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