A prisão foi realizada em Rio Branco (AC), na residência do suspeito, onde diversas aves silvestres eram mantidas em viveiros improvisados.
As investigações apontaram que o homem criava em cativeiro espécies de alto valor no mercado ilegal, incluindo exemplares do Sporophila angolensis, popularmente conhecido como curió, uma das aves mais visadas pelo tráfico por seu canto e raridade. A comercialização ocorria por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens, o que facilitava o alcance de compradores em diferentes regiões.
As aves apreendidas foram encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), unidade especializada em atendimento veterinário e reabilitação. Lá, os animais passarão por avaliação para verificar a possibilidade de reintrodução na natureza. A destinação ao CETAS é uma etapa essencial no combate ao tráfico de fauna, pois garante o bem-estar das espécies resgatadas e reforça o compromisso com a preservação ambiental.
Comentários: