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Sexta-feira, 04 de Setembro de 2026

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Precisamos fazer esforço para melhorar relação dívida/PIB, diz Alckmin

Dados do Banco Central nesta manhã confirmaram que dívida bruta avançou para maior valor desde abril de 2021

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Precisamos fazer esforço para melhorar relação dívida/PIB, diz Alckmin
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O vice-presidente Geraldo Alckmin comentou sobre o cenário fiscal do país nesta segunda-feira (31). Segundo Alckmin, o governo precisa fazer um maior esforço a fim de otimizar a relação entre dívida e PIB (Produto Interno Bruto).

“Há espaço para isso”, afirmou durante evento Macro Day, realizado pelo banco BTG Pactual. 

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A fala coincide com a divulgação da dívida pública pelo Banco Central nesta manhã.

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Segundo o BC, a Dívida Bruta do Governo Geral – que compreende o governo federal, o INSS, os governos estaduais e municipais – avançou para 82,5% do PIB (Produto Interno Bruno) em julho, o equivalente a R$ 10,9 trilhões.

Este é o maior valor desde abril de 2021, quando a dívida estava em 82,6% do PIB.

A solução, no entanto, não parece ser um enigma para o vice-presidente. “O segredo é aumentar o PIB e segurar a despesa. Precisamos suprir a causa e o efeito irá cessar”, constatou.

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Alckmin salientou, porém, que o mercado não deve esperar um resultado expressivo a curto prazo.

Segundo ele, apesar do Brasil ser protagonista em alguns pilares mundialmente, o cenário macroeconômico está mais pressionado devido aos conflitos recentes e menor crescimento mundial.

“Este ano teremos déficit em 0%, e ano que vem um superávit de 0,5%. Se pudermos, será ainda mais que isso”, adicionou.

Entre os entraves para um maior relação dívida/PIB, o vice-presidente cita a taxa de juros.

“Os juros precisam cair, não adianta subir mais para equilibrar inflação”, afirmou.

Alckmin ainda adiciona que o Banco Central pesou a mão ao subir a Selic a patamar elevado.

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FONTE/CRÉDITOS: manuelasilva
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