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Domingo, 28 de Junho de 2026

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Putin reconhece escassez de combustível, mas minimiza ataques ucranianos

Presidente russo afirmou, durante reunião de altos funcionários, que criou uma força-tarefa para garantir que quantidades suficientes fossem fornecidas em todo o país

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Putin reconhece escassez de combustível, mas minimiza ataques ucranianos
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu neste domingo (28) que os problemas de abastecimento de combustível haviam causado escassez em algumas regiões russas e disse que uma força-tarefa estava trabalhando para garantir que quantidades suficientes fossem fornecidas em todo o país.

Putin, ao discursar em uma reunião de altos funcionários sobre o abastecimento e a distribuição de combustíveis, afirmou que a Rússia precisava minimizar os efeitos dos ataques com drones ucranianos a instalações petrolíferas, que estavam relacionados à escassez.

Ele pediu medidas para garantir o abastecimento ao setor agrícola e disse que uma proibição das exportações de diesel estava sendo considerada.

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“Vocês sabem muito bem que os problemas para os motoristas e para as empresas persistem”, disse Putin na reunião, segundo reportagens publicadas por agências de notícias russas.

“Infelizmente, ainda há filas nos postos de gasolina também”, acrescentou.

“Temos que reduzir ao mínimo o impacto dos ataques terroristas em nossos alvos civis e em nossa infraestrutura”, disse.

A Ucrânia intensificou os ataques de médio e longo alcance contra alvos industriais na Rússia e em territórios controlados pela Rússia dentro da Ucrânia, concentrando-se principalmente no setor petrolífero.

Putin disse que as reservas de gasolina estavam sendo utilizadas e agora totalizavam 1,7 milhão de toneladas, e que os níveis de produção em julho deveriam superar os registrados em junho. Ele afirmou que uma proibição das exportações de diesel, em discussão há algum tempo, estava sendo considerada.

“A necessidade de introduzir uma proibição total da exportação de diesel está sendo considerada”, disse ele aos participantes.

O vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, havia afirmado anteriormente que não havia necessidade de a Rússia proibir as exportações de diesel, informou a agência de notícias Interfax.

Uma força-tarefa sobre o abastecimento de combustíveis estava trabalhando sem parar, disse Putin, acrescentando que a situação exigia “medidas sistêmicas que correspondessem à magnitude dos desafios atuais” para aumentar a oferta e manter os preços em um nível razoável.

FONTE/CRÉDITOS: lucasoliveira
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