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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2026

Saúde e Beleza

Recolhimento do produto NotShake Protein é determinado pela Anvisa

A Anvisa afirmou que os estudos apresentados são insuficientes para comprovar a conservação das características dos produtos até o fim do prazo de validade e questionou a alegação de zero lactose.

Estadão Rondônia
Por Estadão Rondônia
Recolhimento do produto NotShake Protein é determinado pela Anvisa
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A determinação de recolhimento do produto NotShake Protein, produzido pela NotCo Brasil Distribuição e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda., foi anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (16).

Conforme a Anvisa, a medida abrange todos os lotes dos seguintes produtos:

- NotShake Protein Morango com Tâmara

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- NotShake Protein Chocolate

- NotShake Protein Café Caramelo

A agência destacou: “Os produtos não são notificados junto à Anvisa como suplementos alimentares. Além disso, há insuficiência dos estudos apresentados para demonstrar a manutenção das características dos produtos durante todo o prazo de validade e a inadequação da alegação zero lactose”.

Além do recolhimento, a Anvisa ainda proibiu a fabricação, distribuição, venda, propaganda e uso dos produtos.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a NotCo Brasil Distribuição e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda. e aguarda um retorno.

Aloe vera

Outro produto que teve o recolhimento determinado pela Anvisa é o Aloe Care – Cranberry Flavored Aloe Vera Gel, fabricado pela Biodis Industrial Ltda. De acordo com a agência, o produto não pode ser fabricado, comercializado, distribuído, divulgado ou utilizado. Essa resolução também foi publicada no Diário Oficial da União.

A Anvisa detalhou: “O item é vendido como um produto que contém Aloe vera para consumo oral sem prévia avaliação de segurança e autorização de uso pela Anvisa. A medida também aponta outras irregularidades: rotulagem com informações obrigatórias do produto em língua estrangeira e divulgação de alegações de saúde e terapêuticas não autorizadas”.

Novamente, a reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a Biodis Industrial Ltda. e aguarda um posicionamento.

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