As bolsas europeias seguem sem força nesta quinta-feira (3), com a virada do petróleo para alta em meio a sinais de entraves para retomada de fluxos pelo Estreito de Ormuz nutre cautela, enquanto dados seguem estampando o impacto da energia para a inflação na região.
Por volta das 7h29 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 estava estável a 645,97 pontos. No mesmo horário, a Bolsa de Londres roçava a estabilidade.
Em Frankfurt, o recuo era de 0,17% e a Bolsa de Paris perdia 0,36%. Milão tinha alta de 0,05%. Madri cedia 0,3% e Lisboa perdia 0,06%. A Bolsa de Madri subia 0,3%.
Entre os dados de inflação, o índice de preços ao produtor (PPI, em inglês) da zona do euro subiu acima do esperado em julho. Na Suíça, a inflação em agosto atingiu o nível mais alto desde 2024 diante do salto dos preços de energia.
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O dia trouxe ainda índices de atividade dos gerentes de compra do setor de serviços na zona do euro, Alemanha e Reino Unido, que não mexeram com os preços dos ativos. Na Alemanha, o Instituto Ifo revisou em alta a expectativa de crescimento do país, graças às exportações e investimentos públicos.
Os contratos futuros do petróleo Brent subiam mais de 1%, revertendo alívio visto mais cedo, enquanto os contratos de gás natural são negociados em queda.
Por volta das 7h13, o contrato do Dutch TTF para outubro, principal referência para o preço de gás natural, tinha baixa de 1,39%, a 72,61 euros por megawatt-hora, na ICE.
Em Londres, as ações da Airtel África e Vodafone subiam mais de 3% e ajudaram a dar sustentação ao FTSE 100. Em Paris, o setor de luxo era pressionado por vendas, com a Hermès perdendo 3,4% e a Kering, -2,8%. A LVMH cedia 2,5% e a Essilorluxottica tinha baixa de 2,3%.
As montadoras alemãs ainda seguiam pressionadas. A Volkswagen cedia 0,7% e a Daimler Truck recuava 0,6%. A BMW recuava 0,6%.
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