Depois de 14 meses de inicio de operação comercial, a usina GNA II, maior termelétrica do país, paralizou suas operações após uma falha no disjuntor da turbina a vapor, o qual também afetou o transformador elevador, equipamento responsável por elevar a tensão da energia antes de sua transmissão. A usina fica localizada no complexo de Porto do Açu, no Rio de Janeiro.
A informação foi confirmada em pela GNA em fato relevante. Com capacidade para atender cerca de 8 milhões de residências, a usina recebeu R$ 7 bilhões em investimentos.
Segundo a empresa, os sistemas de proteção detectaram o problema e desligaram automaticamente a usina e não houve feridos nem danos ambientais.
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As equipes técnicas da companhia, com o apoio do fabricante, estão conduzindo uma avaliação das causas do evento e do plano de retorno da UTE GNA II à operação. Ainda segundo a empresa, a indisponibilidade da usina foi comunicada ao ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
O empreendimento é operado a gás natural e foi contratado por meio de leilões de energia. A planta funciona com uma configuração de ciclo combinado, ou seja, mais eficiência e menor emissão. Contudo, ela opera com 40% de inflexibilidade, ou seja, o sistema é obrigado por contrato a usar a usina em pelo menos 40% do tempo no período seco, ou seja, entre julho e novembro.
As demais instalações compartilhadas entre a usina GNA II e a usina GNA I, também localizadas no Porto do Açu, incluindo o terminal de GNL e a FSRU (Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação) não foram afetadas e seguem operando normalmente.
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