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De acordo com Gus Poyet, ex-jogador do Chelsea entre 1997 e 2001, o clube não deveria dar passos em direção à contratação de Alex Scott, jogador do Bournemouth, sem antes esclarecer o futuro de seus volantes. A declaração foi feita em entrevista ao “Sports Mole“. Considerado um alvo prioritário para a janela de janeiro, o jogador de 23 anos teve uma abordagem frustrada do Chelsea no meio do ano.
Conforme noticiado pela imprensa inglesa, o Chelsea tem como foco a aquisição de Scott para o mercado de janeiro. Liverpool, Manchester City e Manchester United também permanecem interessados.
Bill Foley, proprietário do Bournemouth, recentemente comentou sobre a situação de Scott, afirmando que o clube ainda acredita em uma renovação contratual além de 2028, embora tenha reconhecido que jovens jogadores muitas vezes ficam atraídos por grandes propostas.
Poyet também opinou sobre a possibilidade de Scott substituir Enzo Fernández no Chelsea. Ele elogiou o jogador, mas destacou a importância de o clube resolver primeiro quais meio-campistas poderão deixar a equipe.
“Vejo um grande potencial no jogador. Já o observei bastante e considero que ele é um excelente atleta. Antes de pensar em novas contratações, o Chelsea precisa decidir sobre os jogadores que já tem. Eles contam com Caicedo, Lavia, James e outros no meio-campo. É crucial identificar quem serão os titulares e, em seguida, avaliar se Scott é a escolha certa e quem deve sair.”
A trajetória de Scott e a lesão na seleção inglesa
Scott iniciou sua trajetória nas categorias de base do Bournemouth entre 2016 e 2017, obtendo destaque no Bristol City e retornando ao clube em 2023 por 19,2 milhões de libras (aproximadamente R$ 132,5 milhões). Desde então, ele acumulou sete gols e sete assistências em todas as competições.
Durante a Data Fifa de setembro e outubro, Scott recebeu suas duas primeiras convocações para a seleção inglesa. Em sua estreia como titular, enfrentou a Croácia, mas agravou uma lesão na coxa. Sua participação na convocação de novembro, sob o comando de Thomas Tuchel, ainda é incerta.
A situação do meio-campo atual do Chelsea
O Chelsea conta atualmente com cinco meio-campistas de origem: Moisés Caicedo, Valentin Barco, Jordan Henderson, Romeo Lavia e Mahdi Nicoll-Jazuli. Em caso de necessidade, Reece James e Malo Gusto podem atuar nesse setor.
Nicoll-Jazuli, com apenas 16 anos, deve passar mais dois ou três anos na base ou emprestado, independentemente da chegada de Scott. Por outro lado, Henderson, que é 20 anos mais velho, possui contrato até 2028, quando terá 38 anos, e é pouco provável que permaneça por mais de dois anos. Barco e Caicedo têm contratos que se estendem até 2033, enquanto Lavia, que tem enfrentado problemas com lesões, está vinculado até 2030. Recentemente, ele demonstrou sinais de recuperação ao lado de Caicedo.
Se Scott se juntar ao Chelsea em janeiro, ele deverá imediatamente competir com Lavia para formar uma dupla ao lado de Caicedo no time dirigido por Xabi Alonso, com Barco e Henderson como alternativas no banco.
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